Compartilhando o Amor de Jesu

Leitura Bíblica: João 3.16
Objetivo: Ensinar que o amor de Cristo pode e deve ser partilhado. E que participar da Escola Bíblica Dominical é muito importante e divertido.
Técnica: Contação de história.
Material Necessário: Ilustração para a história que pode ser confeccionada pelo próprio professor.
Reflexão: Ajude o seu aluno a compreender que o amor que Deus nos oferece gratuitamente deve ser compartilhado. Ensine-o a evangelizar.

Dicas para CONTAR HISTÓRIAS

Seja em um culto infantil ou em uma sala de aula, é necessário primeiro envolver a atenção da criança de uma maneira lúdica.
Antes de começar a história crie para a criança um clima de segurança, de confiança e amizade. A criança precisa desejar ouvir a sua história.
Uma técnica boa é utilizar perguntas. Para “quebrar-o-gelo” antes de iniciar a pregação para um grupo de crianças desconhecidas, faça alguma brincadeira ou observação saudável. Se a criança sorrir, é porque você está indo pelo caminho certo.
Também procure observar a resposta das crianças durante a história. Elas expressam os sentimentos de uma forma muito genuína e um bom contador de histórias aprende a utilizar a resposta que a criança dá, colocando mais emoção na história que está sendo contada.

Lembre sempre que você está contando a história para um grupo de pessoas! Crianças NÃO são adultos em miniaturas como se acreditava no passado e da mesma forma NÃO são apenas esponjas vazias que só absorvem.
Crianças possuem uma capacidade intelectual e emocional bastante aguçada. Elas estarão ali observando cada gesto e olhar seu, por isso, prepare-se. Se quiser, pode até ensaiar algumas expressões na frente do espelho, irá ajudar a compreender a sua própria comunicação corporal.
Algumas pessoas tem o hábito de fazer careta como se estivessem bravas quando estão ouvindo alguém, e na verdade elas franzem a testa apenas para concentrar a atenção.
Por isso, é necessário que o contador da história esteja consciente de como o seu corpo está expressando os sentimentos narrados e como está respondendo aos comentários e expressões da criança. É como se fosse um ator.
Outro fator importante é a voz. Talvez o mais importante. Se para um adulto já é desagradável ouvir durante muito tempo uma pessoa que fala sempre no mesmo ritmo como fosse um sino, para uma criança é praticamente impossível.
Por isso, não se encabule se houver adultos assistindo a sua história. Faça as caretas e utilize o tom de voz necessário para cada momento. Aumente e abaixe o tom de voz para atrair a atenção e nunca esqueça que todo o seu corpo está presente. A criança está olhando para você. E as crianças são ótimas observadoras.
Se você “entrar” na história enquanto estiver contando poderá ajudá-las a também participar da história.

CONTANDO A HISTÓRIA

Abaixo, um exemplo para introduzir a história. Como o tema é sobre compartilhar o amor de Jesus, você pode pedir que elas compartilhem um abraço e no final da história repita este pedido. Entretanto esta ação irá adquirir maior significado ao final.

Pergunte: (Você pode utilizar as sugestões abaixo)

* Até que número vocês sabem contar? Quem sabe contar até 3 ? Vamos contar? 1 – 2 – 3 (Conte mostrado nos dedos).
Então incentive as crianças a abraçarem 3 pessoas. Cada pessoa que ela abraçar ela levanta um dedo, no final deve ter 3 dedos levantados. Pergunte: Quem consegue abraçar 3 pessoas e dizer “Jesus te ama”?
Espere as crianças abraçarem e as incentive a retornar ao lugar, pois a história irá começar. Você pode dizer:
_ Agora que todo mundo já se abraçou…já estão preparados para ouvir uma história de amor !

(Desenho: gravura de uma rua escura e que cause razoável sentimento de medo e gravura do Seu Edmundo Bravo)

Essa é a rua do Medo! Ela tem esse nome pois lá mora um homem muito bravo. Ele não gosta de crianças. Não gosta de brincadeiras. Sempre reclama do barulho que as crianças fazem. Se alguma bola cai no quintal dele, ele fura e devolve a bola furada!
Ele não sai de casa. Ele vive fechado lá dentro. A casa dele está sempre fechada e parece abandonada. O nome deste homem é Seu Edmundo.

• DICA 1: Quando uma história começa carregada de emoção, como esta, procure propor alguns desafios para as crianças durante a contação. Por exemplo, diga que você precisa da ajuda delas para mostrar a próxima gravura ou para chamar os fantoches. Você pode dizer: “_ Ai eu não consigo virar a página…eu preciso de ajuda. Para a página virar as crianças precisam me ajudar…esse papel é teimoso, eu preciso de um sopro, bem forte. Quem consegue fazer? Soprem bem forte! Isso!”. Para a criança será uma maneira de participar da história e com este suspiro profundo você estará incentivando que a criança respire fundo e isto diminuirá o stress e agitação para ajudá-la a se concentrar melhor na mensagem que irá ouvir. Será bem positivo se a incentivar a respirar fundo pelo menos três vezes.
(Gravura de duas crianças. Menino e Menina. Ou utilize dois fantoches).
Nesta rua vivia dois irmãos. O Juca e a Julia. Eles eram crianças muito legais. Eles obedeciam o papai e a mamãe. Eles brincavam de vários jogos. Eles sabiam fazer pipa. Brincavam de casinha, pulavam corda. De esconde-esconde…

Pergunte: “Qual brincadeira mais eles brincavam?” Pergunte para as crianças e repita as respostas dizendo que os personagens brincavam também das brincadeiras que as crianças estiverem sugerindo para você. Elas ficarão muito felizes de poder participar da história.

O Juca e a Julia tinham sempre que passar pela frente da casa do seu Edmundo. Julia como era mais nova, segurava no braço de Juca, pois tinha muito medo.
Como a rua não tinha saída, eles sempre tinham que passar pela frente da casa do seu Edmundo.
Se eles iam para escola…tinham que passar na frente da casa.
Se a mãe deles pedia para comprar alguma coisa no mercadinho…tinham que passar na frente da casa.
Não tinha como fugir…e eles sempre passavam em silêncio. E Julia sempre ficava agarradinha no braço do irmão Juca. Ele também sentia medo, mas não falava para a irmã para não assustá-la ainda mais.

Um domingo eles foram para a escola dominical.

Pergunte: “Quem participa da escola dominical? O que vocês fazem na EBD? O que aprendem?” Perguntas como esta ajudam as crianças a se identificarem com os personagens da história além de reafirmar a atenção da mensagem.

(Não é necessário fazer uma gravura dos pais deles, pode continuar com a gravura dos dois irmãos).
Os pais do Juca e da Julia se interessavam com o que eles aprendiam. Conversavam com os filhos em casa e com a professora também.

Pergunte: Vocês sabiam que os pais podem ajudar muito ? Podem conversar com os filhos e com a professora, ajudar com oração e com materiais para as aulas!

• DICA 2: Se houver adultos assistindo sua história aproveite para enfatizar a importância da participação dos pais. Você pode fazer os adultos refletirem enquanto pergunta para as crianças: “Quem aqui conta o que aprendeu na escola dominical para o papai e para a mamãe? ” .
• Curiosidade: Em uma Igreja em que preguei esta história, quando eu fiz esta pergunta uma criança de aproximadamente seis anos falou bem alto: “Minha mãe nem se interessa! Eu até tento falar mas ela não ouve!”. A Igreja toda começou a rir, e a mãe da criança que estava no fundo da Igreja sorriu e balançando a cabeça confirmou que o menino falava a verdade. Com certeza Deus falou com esta mãe naquele dia. E muitas vezes os pais precisam de um puxão de orelha dos filhos para aprender a ser pais!

Naquele dia, a escola dominical tinha sido muito legal. A professora Mariana ensinou que Jesus morreu na cruz para nos salvar, e cantou uma musica muito legal, que era assim:

“E Deus amou o mundo
de tal maneira, que deu seu Filho.
Para que o mundo
tenha vida eterna!”

• DICA 3: Cantar pelo menos duas vezes . Você pode colocar a melodia que quiser nesta música pois o importante é a mensagem.

O Juca e a Julia saíram da EBD muito felizes, cantando aquela música. Eles entenderam que Deus amava tanto eles, que entregou Jesus Cristo para morrer na cruz por eles.

(Você pode retornar a gravura dos dois irmãos, ou a utilizar os fantoches)
Os dois estavam voltando para casa, rindo e brincando no cantinho da rua.

Pergunte: “Por que eles andavam no cantinho?” Porque não pode andar no meio da rua! “Quem aqui anda no meio da rua?” Observe se alguém levanta a mão. Geralmente a criança levanta a mão sem prestar muito atenção na pergunta, assim para brincar com aqueles que levantaram a mão nesta pergunta você pode perguntar novamente. Depois apenas responda que é muito perigoso fazer isto e o certo é ir pelo cantinho como os personagens da história.

Então eles estavam indo pelo cantinho da rua quando de repente, a Julia viu a casa do seu Edmundo. Fechou a cara na hora. Ficou triste e com medo. O Juca percebeu a mudança e disse:
_ Mana, não fica com medo.
_ Mas eu to com medo!

Pergunte: “Alguém já sentiu medo? O que é medo? Como é a cara da gente quando a gente tem medo? A Julia estava bem assim”.

Daí o Juca teve uma idéia.
Ele disse:
_ Júlia, por que a gente não canta a música que a professora da escola dominical ensinou?
_ Ca-can-tár? – A júlia e o Juca estavam passando na frente da casa do seu Edmundo.
E o Juca disse:
_É, quando a gente tem muito medo. A gente tem que cantar, daí o medo vai embora!

Pergunte: Quem aqui gosta de cantar? Vocês sabiam que quando a gente canta músicas da igreja o medo e a tristeza vão embora?

O Juca e a Júlia gostavam muito de cantar. Então eles começaram a cantar bem baixinho.

Pergunte: Vocês lembram da música que eles aprenderam na EBD com a professora Mariana? Me ajudem a cantar, bem baixinho:

“E Deus amou o mundo
de tal maneira que deu seu Filho,
para que o mundo
tenha vida eterna”

Daí a Julia ficou um pouco mais confiante. Sorriu. E resolveram cantar um pouco mais alto.
A Júlia pensou:
_ Já estou perto do portão do seu Edmundo daqui a pouco a gente já passa pela casa dele.
E cantaram:

“E Deus amou o mundo…” (cante refrão completo)

Aí eles estavam na frente do portão e já haviam caminhando metade do percurso, faltava só mais um pouquinho pra passar logo pela casa do seu Edmundo. Então eles resolveram cantar mais alto

“E Deus amou o mundo…” (cante com as crianças o refrão completo)

De repente o portão da casa se abriu! Nhéééééééééééc – fez um barulhão. E lá de dentro saiu o seu Edmundo gritando:
_ O que que vocês estão falando de mim aí? (Utilize aqui uma gravura do Seu Edmundo bravo e mais adiante uma gravura do Seu Edmundo chorando ao aceitar Jesus).
Júlia que era pequenininha se escondeu atrás de Juca. Ficou com muito medo. Foi um susto grande. E o Juca respondeu:
_ Nós? Falando do Senhor?
E o seu Edmundo disse:
_É , eu escutei vocês cantando o meu nome. Não adianta mentir! Eu escutei.

Foi aí que Juca teve uma idéia. E cochichou no ouvido da Júlia.

• DICA 4: Incentive a criança a cochichar “tictictictic” no o ouvido de outra, isto dá emoção para a história e ajuda a criança a expressar os sentimentos durante a narrativa, além de manter a concentração de todos.

A Júlia sorriu. E o seu Edmundo fez uma cara de bravo:
_ O que vocês estão falando aí?
Então, o Juca respondeu.
_Bom, Sr. Edmundo. Nós estávamos cantando uma música com seu nome.
_ Uma música?
_ È.
_ Canta aí então, eu quero ver.

Então os dois deram as mãos. A Júlia apertou a mão do irmãozinho e eles cantaram bem bonito:

E DEUS AMOU O “EDMUNDO”.
DE TAL MANEIRA QUE DEU SEU FILHO
PARA QUE O EDMUNDO
TENHA VIDA ETERNA.

Daí o Seu Edmundo levou um susto e disse:
_ O quê? Tem alguém que me ama? Quem? E quem é o filho de Deus? Eu quero saber mais sobre isto. Tim-tim por tim-tim.

Nesse momento Julia olhou para o seu Edmundo e saiu detrás do irmão. Ela viu que ele não era um homem tão mal, ele só não tinha amigos. Daí ela disse:
_É Jesus seu Edmundo. Jesus ama o Senhor!
O seu Edmundo sorriu. Pela primeira vez depois de tanto tempo, tinha ouvido falar sobre amor. Os olhos dele ficaram cheios de lágrima, mas ele estava feliz.
Aí o Juca e a Júlia ficaram ali falando sobre o amor de Jesus. Que Jesus é nosso amigo.
E o seu Edmundo ficou muito feliz. Ele até decidiu ir na igreja naquele dia mesmo, pois queria ouvir mais sobre Jesus.
O tempo passou. E todos ficaram felizes e decidiram mudar o nome daquela rua. Não poderia mais se chamar de rua do medo, pois agora o nome tinha que ser rua do AMOR.
(Fonte: Adaptação de uma história Infantil de autor desconhecido).

Pergunte: Quem é que lembra as três pessoas que abraçou no início da história? Nós abraçamos 3 pessoas e falamos que Jesus amava elas. Agora nós iremos abraçar as mesmas 3 pessoas e dizer: “Eu te amo com o amor de Cristo”.

Lembre sempre de no final de suas histórias fazer o convite:
Existe alguma criança que gostaria de levar para a sua casa o amor de Cristo no coração?
Você quer aceitar Jesus como o seu salvador? Como o rei da sua vida?
Se você quiser venha aqui para frente.

Construindo o material para contar a história :

• Você pode confeccionar com meias 3 fantoches para os personagens principais ou comprar.

• Você pode utilizar desenhos. Para isto irá precisar de:

o Papelão (Para colar na frente o desenho e atrás o texto da história para ir lendo)
o Sulfite
o Papel colorido simples, lã (para cabelos), cola branca ou cola quente, lápis preto e canetinhas.

Dica para o material: Se optar por confeccionar as gravuras. Não utilize muitos desenhos.

• Faça dois desenhos iguais da rua! (RUA DO MEDO- pinte com cores escuras e RUA DO AMOR – pinte com cores claras).
• Faça um desenho com o Juca e a Julia.
• Dois desenhos com o Seu Edmundo (Um bravo e outro chorando de alegria!)
• Se quiser faça um desenho de um coração com a palavra Jesus dentro. Simbolizando o coração do Seu Edmundo ao aceitar Jesus.

Com estas poucas gravuras você pode passar esta mensagem para seus alunos! Lembre-se sempre que o principal está na história e não na beleza das gravuras. Se você orar e se preparar, e contar a história com amor, até mesmo sem gravuras será uma benção.

Pense: O que pode te impedir de contar histórias abençoadas como esta? Só você mesmo! Falta de material lindo e colorido? Falta de uma voz tipo locutor de rádio? Falta do quê? Apenas a falta de fé em Cristo pode impedir um professor de crianças de continuar sua caminhada. Por isso, tenha fé! Compartilhe com as crianças que estão próximas de você o amor de Cristo! E “tudo o que vier a sua mão para ser feito, faça conforme suas forças,porque depois da morte, para onde você vai, não há obras, nem projetos, nem conhecimento,nem sabedoria alguma” (Ecl. 9, 10).

Profª Glaucia Elisa de Paula Mizuki

Fonte: www.escoladominical.com.br

 

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Dinâmicas 2

 

01. Palavras Cruzadas Mudas

Como utilizar a técnica

a) Escolher uma palavra-chave do tema da aula. Por exemplo: Jesus. 
b) Usando uma cartolina, fazer um diagrama de palavra-cruzada, onde serão escritas as palavras. 
c)  Escrever em pedaços de papel uma palavra relativa à palavra-chave escolhida, numerando os pedaços de papel de 1 a 5. 
d) Sortear 5 participantes e entregar a cada um, um dos pedaços de papel contendo uma questão. 
e) Dizer que deverão, na ordem numérica, apresentar a palavra para o resto da sala através de uma mímica. 
f) Quando a sala descobrir, a palavra será colocada no diagrama. 
g) Completando o diagrama, aparecerá a palavra-chave, que deverá estar em destaque no diagrama. 
h) Depois disso, desenvolve-se a aula com o conteúdo do dia.

02. Olho Vivo

Como utilizar a técnica

a) Cartões tendo de um lado um número e do outro lado palavras que correspondem resposta a uma pergunta. Estes cartões serão presos ao flanelógrafo com os números à vista. Os números serão dispostos aleatoriamente.
b) Virá-los e pedir à classe que olhe com atenção o que está escrito em cada cartão. 
c) Explicar que as perguntas serão feitas e que as respostas deverão ser dadas através dos números. Se o número dado pelo participante não corresponder à resposta da pergunta, o cartão voltará a sua posição antiga, isto é, o número para cima. 

03. Qual é a palavra-chave?

Como utilizar a técnica

a)  Cartões tendo de um lado um número e do outro uma pergunta. Deverão ser feitas mais perguntas do que letras da palavra-chave.

b)  A primeira letra da resposta de cada pergunta poderá pertencer ou não à palavra-chave. O professor deve garantir que a palavra seja a desejada e não um sinônimo.
 
c)  Pedir a um participante  que escolha um número. Virá-lo e ler a pergunta.

d)  Depois de respondidas todas as perguntas, pedir que cada participante forme a palavra-chave do tema.

04. Mímica

Como utilizar a técnica

a) Dividir o grupo em subgrupos. De preferência em dois. 
b) Cada grupo deve escolher títulos de parábolas ou milagres de Jesus. 
c) Cada grupo deverá indicar, à sua vez, um de seus membros para vir encenar a frase que lhe será dada pelo outro grupo. 
d) Ele tem três minutos para através da mímica fazer com que seu grupo descubra a parábola ou estória. 
e)  Para encenar ele deverá: 
        Indicar para o grupo quantas palavras compõem a frase. 
        Indicar qual a palavra que irá representar.
f) Quando o grupo descobre a frase, ou vence o tempo, passa para o outro grupo.

Obs: Poderão ser feitas combinações, válidas para os dois grupos, sobre as vogais, quando isoladas. 

05. Painel de Três

Como utilizar a técnica

a)  Dividir o grupo em três subgrupos.Denominá-los: Apresentador, Opositor e Assembléia. 
b)  O grupo Apresentador expõe o tema, sem ser interrompido. 
c)  O grupo Opositor anota o que não concorda e o que concorda e, após o apresentador, relata suas anotações.
d)  A Assembléia, que tudo ouviu e anotou, apresenta seu depoimento. 
e)  O professor conclui. Os textos bíblicos devem, então,  ser afixados no quadro ou flanelógrafo.

06. Quem tem Ouvidos para Ouvir Ouça

Como utilizar a técnica

a)  O professor faz uma pergunta sobre assunto já visto. 
b)  Ouve a opinião emitida pelo grupo e pode fazer ligeiros comentários sobre as mesmas. 
c)  Divide a sala em pequenos grupos. 
d)  Distribui textos para o estudo sobre a pergunta. 
e)  Após a leitura e discussão dos textos, os participantes deverão: tirar conclusões sobre o tema e citar as mensagens mais importantes. 
g) Comentam sobre o que ouviram. 
h) O professor faz uma apreciação final sobre o tema.

07. Exposição Introdutória 

Como utilizar a técnica

a)  Fazer uma breve exposição sobre o tema do dia. 
b)  Dividir a sala em 3 grupos. 
c)  Cada grupo irá estudar alguns itens em texto preparado pelo professor ou, diretamente, na Bíblia.
d)  Deixar que os grupos troquem idéias sobre o tema, estabelecendo uma seqüência, de forma que apenas um participante  faça a apresentação final. 
e)  A conclusão deve ser realizada pelo professor e, se possível, afixados no quadro as passagens bíblicas.

08. Estudo Dividido

Como utilizar a técnica

a)  Dividir a classe em 3 ou 4 grupos. 
b)  Dividir o assunto em partes iguais ao número de grupos. 
c)  Entregar a cada grupo parte da síntese do assunto para estudarem durante 5-10 minutos. 
d)  Pedir que comentem por escrito o que entenderam e as dúvidas que permaneceram. 
e)  Trocar as partes e os comentários entre os grupos, pedindo que analisem e completem o trabalho. 
f.)  Prosseguir até que o trabalho volte ao grupo original, que deve rever e dar unidade ao seu tema. 
g)  Pedir a um elemento de cada grupo para que leia o resultado. 
h)  A conclusão deve ser realizada pelo professor e, se possível, afixados no quadro as passagens bíblicas.

09. Técnica do Rumor ou Clínica do Rumor

Teve origem por ocasião da Segunda Guerra Mundial, a fim de fazer frente aos inúmeros boatos surgidos em conseqüências desse fato.

A técnica é útil para:

Treinar a percepção da comunicação livre dos bloqueios, ruídos, filtragens, que põem obstáculos não só ao relacionamento dos membros, como também à produtividade do grupo. 

A técnica deve ser utilizada quando:

a. Quando se pretender demonstrar o efeito das distorções de comunicação.

b. Quando se necessita demonstrar as filtragens de comunicação em termos de circulares, avisos, comunicados, etc.

f. Em reuniões onde as comunicações estão defasadas, é interessante utilizar no início das discussões.

Como utilizar a técnica

O trabalho poderá ser realizado através de dois tipos de estimulação: verbal e gráfico. 

a) O dirigente deverá prover-se de uma lâmina de tamanho grande que represente uma cena na qual figurem pelo menos 20 detalhes significativos. Deverá dispor também de um aparelho gravador para registrar textualmente as sucessivas exposições. Costuma-se utilizar lâminas em que os objetos ou situações são desenhadas com certa ambigüidade, a fim de poder observar a capacidade de percepção dos indivíduos na experiência. Utilizam-se, também, duas lâminas. 

b) O dirigente convida seis ou sete pessoas para atuar como protagonista de uma experiência interessante. Solicita a estas pessoas que se retirem do local por um momento, dizendo-lhes que quando forem chamadas, uma por vez, deverão escutar atentamente o que se lhes diz e repetir o mais exatamente possível. Não se informa ao protagonista o objetivo da prova. 

c) Coloca-se diante do grupo a lâmina grande, mas de tal forma que não seja visível para as pessoas que vão entrando. 

d) O dirigente chama uma das pessoas que saíram e pede a um espectador previamente designado que descreva a lâmina em voz alta, enquanto o primeiro sujeito da experiência presta atenção ao relato, sem ver a lâmina. 

e) Antes de começar a descrição da lâmina faz-se funcionar o gravador, o qual registrará o processo até o final da experiência. 

f) Através desta primeira descrição direta da lâmina o grupo poderá advertir “quão eliminadora de detalhes e imperfeita pode ser uma percepção ainda quando seja descrita por um indivíduo que nesse momento estivesse observando diretamente a cena”. 

g) Terminada a descrição da lâmina pelo primeiro indivíduo, chama-se ao recinto um segundo sujeito, que se coloca junto ao primeiro, sem que nenhum dos dois veja a lâmina. O primeiro indivíduo descreve então ao segundo o que acaba de ouvir, fazendo-o com a maior fidelidade possível. Então o primeiro pode sentar-se entre os espectadores, pois sua tarefa está terminada. 

h) Faz-se entrar o terceiro indivíduo e procede-se do mesmo modo que no passo anterior. O segundo relata ao terceiro o que acaba de ouvir. Assim sucessivamente com todas as pessoas que tenham saído do recinto, até que o último deles repita o que o penúltimo relatou. 

i) Ouvem-se os relatos através das gravações ou do relator e debate-se o assunto, em termos de distorções de comunicação. 

j)  Com estimulação verbal  pode-se utilizar um texto, com mais ou menos 20 detalhes significativos. 

10. Método Casuístico de Harvard

Atualmente, nas escolas, tem-se dado ênfase ao estudo de casos. O chamado caso é levado a reunião de debates, a fim de que as opiniões e as informações favoreçam seu melhor entendimento.
Diversas técnicas têm sido desenvolvidas, envolvendo principalmente as teorias do desenvolvimento do pensamento de Piaget.
O método casuístico, desenvolvido pela Harvard Business School, nos Estados Unidos, tem sido usado em diversas universidades, empresas e escolas.

Como utilizar a técnica

São oferecidas algumas sugestões aos coordenadores das reuniões de grupo. São as seguintes:

a. Oferecer aos participantes, em cópias, um caso que é apresentado em forma de teste de dupla escolha (certo/ errado). Nesses testes são apresentados os dados do problema.. 

b. Dar dez a quinze minutos para que cada participante leia o caso e responda às questões. 

c. Enquanto os participantes estão completando o caso, escrever os números de 1 a 10 no quadro de giz, com as colunas “certo-errado”. Quando todos terminarem, reunir os participantes em grupos de dois ou de quatro a fim de que o assunto seja debatido. 

d. Partindo da primeira afirmação, perguntar a cada grupo (ou a um relator previamente designado) os motivos que levaram os participantes a responder “certo” ou “errado”. Os debates deverão concentrar-se, de preferência, nas questões em que haja grande diferença de opiniões. Nesta etapa o coordenador deverá conduzir a reunião a fim de evitar discussões dispersivas e cansativas, sem resultado. 

e. Depois da discussão (mas sem relação com respostas em que houve um consenso), pedir ao grupo que responda de novo as afirmações à luz dos debates, que devem corresponder aos ensinamentos doutrinários. 

f. Ler as respostas previamente consideradas corretas a fim de que os participantes verifiquem, em grupo, como conduziram o teste. 

g. Marcar a distribuição das respostas no quadro de giz. 

h. Na etapa das respostas às perguntas – por quê -, o coordenador poderá contrapor o raciocínio dos mais exatos ao daqueles menos exatos (ou completos), 
apresentar seus próprios argumentos ou comparar o caso com princípios doutrinários implicados na compreensão e na resolução de problemas. 

i. Organizar uma equipe que, ao final, fará a avaliação das respostas às discussões. 

j. Convêm tomar certas precauções ao levar um caso ao debate: 

Observações Importantes

        Os casos não devem ser muito longos ou complexos.
        Deve haver, no exercício-caso, respostas certas e erradas.
        Não devem ser escolhidos fatos que envolvam sentimentos, suposições ou atitudes pessoais. 
        Os participantes devem ser alertados para estarem atentos ao fato relatado e a razão dele.
        Não se trata de uma tarefa de detetive.
        A análise deverá ser feita exaustivamente, levando em conta todos os elementos, só depois deve ser tomada a decisão. a
        As conclusões prematuras, baseadas apenas em experiências pessoais (em minha opinião, porque eu tive um caso, etc.) levam a distorções dos fatos. 
        O objetivo deste trabalho de grupo não é a solução do caso, mas o desenvolvimento de uma proveitosa abordagem da questão. 

11. Método Científico Básico

A técnica é útil para

a. Exercitar o raciocínio e a imaginação criativa.

b. Possibilitar o estudo de um tema em seus pontos chaves. 

c. Corrigir e esclarecer, de forma imediata, dúvidas sobre o tema proposto. 

Como utilizar a técnica

a) Apresentação do tema em uma palavra.

b) Divisão do quadro em partes iguais, tituladas: 
    1. O que queremos saber? 
    2. O que pensamos? 
    3. O que concluímos?

c) Apresentação e fixação, no quadro de giz, das questões chaves já preparadas anteriormente (o que queremos saber?).

d) Oralmente, os participantes vão respondendo às questões, que o coordenador anotar, sinteticamente, no quadro (O que pensamos?).
 
e) Leitura de textos bíblicos para comparar com as respostas dadas.
 
f) O professor anota as conclusões no quadro, de forma sintética.

g) Cada participante deverá registrar as conclusões finais e guardá-las consigo, para posteriores consultas.

Dinâmicas

01 – Debate ou livre discussão

É a Reunião informal de pequeno grupo com livre apresentação de idéias, que possibilita o máximo de criatividade.

A técnica é utilizada para:
a. Aprofundamento do estudo de um tema. 
b. Discussão de problemas e identificação de soluções. 
c. Exploração de novas idéias e esclarecimento das mesmas. 

A técnica pode ser utilizada quando:
a. A turma não possuir mais de 15 membros. 
b. Os membros se conhecerem o suficiente. 
c. Houver uma atmosfera de liberdade de expressão. 
d. Houver tempo suficiente para abordar-se o problema com calma e método. 

Como usar a técnica
a. Conhecer bem o assunto a ser debatido e administrar o tempo disponível. 
b. Estabelecer um ambiente informal que facilite a comunicação.

02 – Phillips 66

Consiste no fracionamento de um grupo numeroso em pequenos grupos a fim de facilitar a discussão. A denominação provém do fato de haver sido o método difundido por J.D. Phillips, e por serem os pequenos grupos formados por 6 pessoas que discutem o assunto durante 6 minutos. Entretanto, essa característica não é rígida, podendo o grupo alterar tanto o número como o tempo, de acordo com a conveniência. A técnica permite a participação de todos os presentes numa atmosfera informal; estimula a troca de idéias, encoraja a divisão de trabalho e a responsabilidade; ajuda os membros a se libertarem de suas inibições e participação num debate.

A técnica é útil para:
a. Obter informações do grupo sobre seus interesses, problemas, etc. 
b. Levantar dados e sugestões dos participantes para aproveitamento no planejamento de atividades, programas, diretrizes. 
c. Criar um clima de receptividade que facilite o aprendizado. 
d. Maior participação operativa e efetiva de todos os membros do grupo. 

Use a técnica quando:
a. For necessário reunirmos rapidamente as idéias, sugestões ou opiniões de um grupo. 
b. Desejarmos obter ou verificar se existe consenso. 
c. Desejarmos verificar cada membro com o grupo. 
d. Desejarmos estimular a discussão e o raciocínio. 
e. A natureza do assunto exigir sua discussão em grupos pequenos. 
f. As condições físicas do ambiente permitirem o deslocamento de cadeiras e sua arrumação em círculos. 

Como usar a técnica
a. Planejar, com antecedência, as perguntas ou o roteiro de discussão. 
b. Explicar ao grupo o funcionamento da técnica, sua finalidade, o papel e as atitudes esperadas de cada membro e o tempo disponível para a discussão. 
c. Dividir o grupo em subgrupos, aproveitando para colocar juntos os membros que ainda não se conheçam e evitar as “panelinhas”. 
d. Solicitar aos membros dos pequenos grupos que se apresentem, escolham um coordenador para os debates e um relator ou secretário para fazer as anotações. 
e. Esclarecer qual o tempo disponível. O tempo pode ser prorrogado, se conveniente. 
f. Terminado o tempo, cada elemento de cada subgrupo receberá um número. 
g. Agora os subgrupos tornam a se reunir, mas todos os “1” num grupo; todos os “2” noutros; e assim por diante. 
h. Cada um apresentará para o subgrupo as conclusões do seu antigo subgrupo. 
i. Os relatores dos subgrupos (os dois) reunir-se-ão para elaborar um único relatório, que poderá ser oral ou escrito, para apresentá-lo ao grupão. 

03 – Dramatização ou Role Playing

É a encenação, por duas ou mais pessoas, numa situação hipotética em que os papéis são vividos tal como na realidade. A síntese desses papéis é um dos aspectos mais importantes do método.
2. A técnica é útil para:
a. Desenvolver a capacidade de relacionamento com outras pessoas. 
b. Facilitar a comunicação, “mostrando” e não “falando”. 
c. Criar no grupo uma atmosfera de experimentação e de possível criatividade. 
3. Use a técnica quando:
a. Sentir-se como coordenador ou instrutor, bastante seguro dos objetivos que pretende atingir ao usar a técnica. 
b. O alvo for mudar a aprendizagem de comportamentos. 
c. Se deseja preparar um ambiente dinâmico e criativo. 
4. Como usar a técnica
a. Apresentar o que será dramatizado. 
b. Fixar a simulação ou os aspectos específicos a serem enfatizados na dramatização. 
c. Definir ou apresentar quais os papéis necessários à encenação. 
d. Escolher os atores para a encenação. 
e. Os próprios “atores” poderão armar o “palco” que dispensará excessivo mobiliário e roupagem, dando ênfase à descrição verbal da situação. 
f. Determinar ou definir o papel de grupo a ser desempenhado durante e após a dramatização, o que conclui a escolha do tipo de debates que se seguirá, bem como a determinação dos aspectos que deverão ser avaliados. 
g. Realizar a dramatização em tempo suficiente para permitir a apresentação dos dados, evitando-se a demora excessiva. 


04 – Grupo de Cochico

É a divisão do grupo em subgrupos de dois membros que dialogam, em voz baixa, para discutir um tema ou responder uma pergunta, sem requerer movimento de pessoas. Após, é feita a apresentação dos resultados ao grupão. É um método extremamente informal que garante a participação quase total, sendo de fácil organização.
2. A técnica é útil para:
a. Comentar, apreciar e avaliar, rapidamente, um tema exposto. 
b. Sondar a reação do grupo, saber o que ele quer. 
c. A consideração de muitos aspectos distintos do assunto. 
3. Use a técnica quando:
a. O grupo tiver, no máximo, 20 participantes.
b. Desejar obter maior integração do grupo. 
c. Quiser criar o máximo de oportunidades para a participação individual. 
d. For necessário “quebrar o gelo” dos participantes. 
4. Como usar a técnica
a. Dividir o grupão em subgrupos de dois membros, dispostos um junto do outro (lado ou frente). 
b. Explicar que os grupos de cochicho dispõem de tantos minutos para discutir o assunto, após o que um dos membros exporá o resultado ao grupão, na ordem que for convencionada. 
c. Apresentar a questão e conduzir as exposições, que serão feitas, após o cochicho, de forma objetiva e concisa. 

05 – GV-GO

É a divisão do grupo em dois subgrupos (GV = grupo de verbalização; GO = grupo de observação). O primeiro grupo é o que irá discutir o tema na primeira fase, e o segundo observa e se prepara para substituí-lo. Na segunda fase, o primeiro grupo observa e o segundo discute. É uma técnica bastante fácil e informal.
2. A técnica é útil para:
a. Análise de conteúdo. 
b. introdução de um novo conteúdo. 
c. Conclusão de estudo de um tema. 
d. Estimular a participação geral do grupo. 
e. Estimular a capacidade de observação e julgamento de todos os participantes.
f. Levar o grupo a um consenso geral. 
3. Use a técnica quando:
a. O número de participantes for relativamente pequeno. 
b. Já houver um bom nível de relacionamento e de comunicação entre os membros do grupo. 
c. Desejarmos estimular a discussão e o raciocínio. 
4. Como usar a técnica
a. O professor propõe o tema e explica o qual o objetivo que pretende atingir com o grupo. 
b. Explica como se processará a discussão e fixa o tempo disponível. 
c. O grupo é dividido em dois. 
d. Um grupo formará um círculo interno (GV) e o outro um círculo externo (GO). 
e. Apenas o GV debate o tema. O GO observa e anota. 
f. Após o tempo determinado, o coordenador manda fazer a inversão, passando o grupo interno para o exterior e o exterior para o interior. 
g. Após as discussões, o coordenador poderá apresentar uma síntese do assunto debatido. Poderá ser, inicialmente, marcado um “sintetizador”. 

06 – Leitura Dirigida

É o acompanhamento pelo grupo da leitura de um texto. O professor fornece, previamente, ao grupo uma idéia da passagem a ser lida. A leitura é feita individualmente pelos participantes, e comentada a cada passo, com supervisão do professor.
Finalmente o professor dá um resumo, ressaltando os pontos chaves a serem observados.
2. A técnica é útil para:
a. Apresentar mais informações sobre a passagem para o grupo. 
b. Introduzir uma tema novo dentro do programa. 
c. A interpretação minuciosa de determinada passagem. 
3. Use a técnica quando:
a. O tema puder ser apresentado por escrito, com número de cópias ou exemplares suficientes para todos os membros do grupo. 
b. Há interesse do grupo em aprofundar o estudo de um tema. 
c. A participação geral não for o objetivo principal. 
4. Como usar a técnica
a. Providenciar número de exemplares ou cópias igual ao número de participantes. 
b. O círculo continua sendo a melhor maneira de dispor o grupo. 
c. Oferecer inicialmente ao grupo uma idéia geral do assunto a ser explorado. 
d. Comentar os aspectos relevantes do tema. 
e. Se houver tempo, primeiro fazer uma leitura geral, e só então fazer a leitura ou parágrafo a parágrafo. 

07 – Painel com Interrogatório

Um pequeno grupo de especialistas em determinado assunto discute e é interrogado por uma ou mais pessoas, geralmente sob a coordenação de um moderador. Trata-se de uma variação de técnica de discussão em painel. Dele participam três a cinco pessoas, o moderador e os interrogadores. A discussão é informal, mas as respostas devem ser dadas com a máxima precisão. O desenvolvimento do assunto baseia-se na interação entre o interrogador e o painel. As perguntas devem ser objetivas.
2. A técnica é útil para:
a. Despertar o interesse do grupo para um tema. 
b. Discutir um grande número de questões, num curto espaço de tempo 
c. Apresentar diferentes aspectos de um assunto complexo. 
d. Aproveitar a experiência de alguns membros do grupo. 
e. Conseguir detalhes de algum assunto ou problema. 
3. Use a técnica quando:
a. O número de participantes é muito grande. 
b. Os integrantes do painel (moderadores e interrogadores) puderem ser escolhidos entre os membros do próprio grupo. 
c. O grupo estiver interessado em aprofundar o tema. 
4. Como usar a técnica
a. Selecionar com antecedência o moderador, os interrogadores e o painel. 
b. O moderador deve reunir-se com os interrogadores para fixar a orientação. 
c. Na reunião, o moderador apresenta ao grupo os integrantes do painel. 
d. A seguir apresenta sucintamente o assunto e explica a técnica. 
e. Os interrogadores devem iniciar o interrogatório, expressando as perguntas de maneira clara e concisa. O êxito das discussões depende dos interrogadores, que têm grande responsabilidade na condução dos debates, tanto do ponto do encadeamento da idéia, como do nível de detalhe a que se deve chegar. 
f. O moderador intervirá quando houver necessidade de aprofundar um aspecto abordado, esclarecer um ponto obscuro, pedir a repetição de uma pergunta ou de uma resposta não compreendida, interpelar algum membro do painel que estiver sendo prolixo, fugindo do tema central ou interpretando mal seu papel. 
g. Ao final do interrogatório, o moderador apresenta uma síntese ou simula geral. 

08 – Painel Integrado

Constitui uma variação da técnica de fracionamento. O grande grupo é dividido em subgrupos que são totalmente reformulados após determinado tempo de discussão, de tal forma que cada subgrupo é composto por integrantes de cada subgrupo anterior. Cada participante leva para o novo subgrupo as conclusões e/ou idéias do grupo anterior, havendo assim possibilidades de cada grupo conhecer as idéias levantadas pelos demais. A técnica permite a integração de conceitos, idéias, conclusões, integrando-os.
2. A técnica é útil para:
a. Introduzir assunto novo. 
b. Integrar o grupo. 
c. Obter a participação de todos. 
d. Familiarizar os participantes com determinado assunto. 
e. Continuar um debate sobre tema apresentado anteriormente sob a forma de preleção, simpósio, projeção de slides ou filmes, dramatização, etc …. 
f. Aprofundar o estudo de um tema. 
3. Use a técnica quando:
a. Trabalhar com grupos de 15 pessoas, no mínimo. 
b. Desejar proporcionar contato pessoal entre os membros do grupão. 
c. Quiser diluir o formalismo do grupo. 
d. Houver um interesse em elevar os níveis de participação e comunicação. 
e. Desejar obter uma visão do assunto sob vários ângulos. 
f. O tempo for limitado. 
g. Houver possibilidade de deslocamento de cadeiras e de sua arrumação em círculos. 
4. Como usar a técnica
a. Planeje com antecedência o tema e a aplicação da técnica em função do número de participantes, natureza do assunto, tempo disponível, espaço existente, etc…. 
b. Explique ao grupo o funcionamento da técnica, o papel e as atitudes esperadas de cada membro e o tempo disponível. 
c. Divida o grupo em subgrupos. Apresenta as questões ou o tema para discussão. Esclareça que todos devem anotar as idéias e conclusões do grupo para transmita-las aos demais grupos. 
d. Forme novos grupos integrados por elementos de cada um dos grupos anteriores, elegendo um relator para cada um, com o fim de apresentar as conclusões ao grupão. 
e. Faça um sumário das conclusões dos grupos e permita que estas sejam discutidas para se chegar ao consenso. 

09 – Painel Progressivo

Consiste no trabalho individual que progride para o grande grupo através da formação sucessiva de grupos que se constituem pela junção de grupos formados na etapa anterior, que vão aumentando até se fundirem num só (plenária). Em cada etapa sucessiva os grupos devem retomar as conclusões da etapa anterior a fim de desenvolvê-las, harmonizando-as.
2. A técnica é útil para:
a. Aprofundar o conhecimento de um tema pelas diferentes visões e maneiras de abordá-lo e tratá-lo. 
b. Fazer com que os participantes entendam o tema. 
c. Integrar o grupo. 
d. Introduzir um conteúdo novo. 
e. Obter a participação de todos os membros do grupo. 
f. Obter conclusões do grupo. 
g. Prosseguir o aprofundamento de um assunto anteriormente apresentado sob a forma de audiovisual, dramatização, palestra, etc. 
3. Use a técnica quando:
a. Trabalhar com grupos de 15 pessoas, no mínimo. 
b. For conveniente quebrar o formalismo do grupo. 
c. Desejar obter o consenso grupal acerca do tema quer esteja sendo estudado. 
d. Desejar incrementar a discussão, possibilitando a todos darem a sua contribuição. 
e. As condições físicas do ambiente permitirem o deslocamento de cadeiras e sua disposição em círculo. 
f. Pretender valorizar a contribuição pessoal de cada membro e a troca de experiências. 
4. Como usar a técnica
a. Planeje com antecedência a reunião em que aplicará a técnica, em função do tema, do número de participantes, do tempo, etc. 
b. Após a apresentação do problema ou distribuição das cópias do assunto a ser discutido a todos os participantes, explique o funcionamento da técnica em suas várias etapas, como por exemplo: 
1. Leitura individual do texto ou resposta por escrito a uma questão feita. 
2. Grupamento de dois ou mais membros que analisam, discutem e elaboram uma conclusão com base nas contribuições individuais. 
3. Grupamento cujo número de membros seja múltiplo do número de integrantes dos grupos anteriores, trabalhando as conclusões anteriores, listando-as e aglutinando-as. 
4. Conclusões gerais do grupão (plenária). 
c. O número de etapas e o tempo de duração de cada é limitado pelo número de participantes e pelo assunto a ser debatido. 
11 – Seminário
Grupo reduzido investiga ou estuda intensamente um tema em uma ou mais sessões planificadas, recorrendo a diversas fontes originais de informação. É uma forma de discussão em grupo de idéias, sugestões, opiniões. Os membros não recebem informações já elaboradas, mas investigam com seus próprios meios em um clima de colaboração recíproca. Os resultados ou conclusões são de responsabilidade de todo o grupo e o seminário se conclui com uma sessão de resumo e avaliação. O seminário é semelhante ao congresso, porém tem uma organização mais simples e um número mais limitado de participantes, sendo, porém, este grupo mais homogêneo.
2. A técnica é útil para:
a. Levantar problemas. 
b. Estimular a discussão em torno de um tema. 
c. Conduzir a conclusões pessoais, não levando necessariamente a conclusões gerais e recomendações. 
d. Estudar em grupo idéias, opiniões e sugestões de interesse de um determinado grupo. 
e. Propiciar a troca de experiências entre grupos com um mesmo interesse ou conhecimento. 
3. Use a técnica quando:
a. O grupo for pequeno e apresentar certa homogeneidade. 
b. Os membros do grupo tiverem interesses e objetivos comuns. 
c. O coordenador tiver bastante habilidade para conduzir o debate. 
d. Não existir marcantes diferenças de conhecimento entre os membros do grupo. 
e. Se pretender dar ênfase ao conteúdo a ser debatido e a troca de experiências entre os membros. 
f. Se desejar formar um consenso geral sobre determinado assunto. 
4. Como usar a técnica
a. Planejar o desenvolvimento dos temas, fixando os objetivos da discussão antes de iniciá-la. 
b. Não são fornecidos aos participantes informações já elaboradas. 
c. Podem ser realizadas várias sessões para o exame do assunto. 
d. Concluir com uma sessão de resumo e avaliação. 

10 – Simpósio

É a exposição sucessiva sobre diferentes aspectos ou fases de um só assunto, feita por uma equipe selecionada (3 a 5 pessoas) perante um auditório, sob a direção de um moderador. O expositor não deve ultrapassar a 20 minutos na sua preleção e o simpósio não deve ir além de hora e meia de duração. Ao final do simpósio, o auditório poderá participar em forma de perguntas diretas.
2. A técnica é útil para:
a. Obter informações abalizadas e ordenadas sobre os diferentes aspectos de um tema. 
b. Apresentar fatos, informações, opiniões, etc., sobre um mesmo tema. 
c. Permitir a exposição sistemática e contínua acerca de um tema. 
d. Discussões em que os objetivos são muito mais a aquisição de elucidações do que propriamente a tomada de decisões. 
e. O exame de problemas complexos que devam ser desenvolvidos de forma a promover a compreensão geral do assunto. 
3. Use a técnica quando:
a. Não houver exigência de interação entre os participantes. 
b. Os padrões do grupo e a identidade entre seus membros forem de tal ordem que tornem aceitável uma técnica de exposição formal. 
c. A formalidade das exposições não prejudicarem a compreensão do conteúdo do tema. 
d. Os membros do grupo forem capazes de integrar, num todo homogêneo, as idéias apresentadas por diferentes pessoas nas diversas partes da exposição. 
e. O grupo não for julgado bastante maduro para superar possíveis conflitos gerados numa discussão livre sobre um assunto relativamente complexo. 
f. Houver interesse em se colocar diferentes pontos de vista sobre um assunto. 
g. O número de participantes é muito grande para permitir o interesse total do grupo. 
4. Como usar a técnica
a. Selecionar e convidar os expositores do simpósio. Estes não devem ter idéias preconcebidas e devem apresentá-las sem paixão. 
b. O moderador deve reunir-se previamente com os oradores para garantir o acordo sobre o fracionamento lógico do assunto, identificar as áreas principais e estabelecer os horários. 
c. Na reunião, o moderador deve apresentar os integrantes do simpósio, expor a situação geral do assunto e quais as partes que serão enfatizadas por cada expositor, criar atmosfera receptiva e motivar o grupo para as exposições. 
d. Os integrantes do simpósio devem fazer apresentações concisas e bem organizadas dentro do tempo estabelecido. 
e. O moderador poderá, quando oportuno, conceder a cada integrante do simpósio, um certo tempo para esclarecimentos e permitir que um participante possa formular uma ou duas perguntas a outro expositor. 

11 – Encadeamento de Idéias

Discussão com grupos entre 12 e 30 participantes, sobre assunto já trabalhado com todo o grupo. Possibilita recordação agradável e estimulante exercício mental.
2. A técnica é útil para:
a. Aprofundar o estudo de um tema. 
b. Obter dados sobre o nível de informação e compreensão individual do assunto. 
c. Agilização do raciocínio. 
d. Estimular o interesse do grupo sobre o tema. 
e. Estimular a participação geral do grupo. 
f. Discutir grande número de questões em pouco tempo. 
3. Use a técnica quando:
a. O grupo possuir entre 12 e 30 membros. 
b. O grupo já domine o assunto e houver interesse em revisão. 
c. Desejarmos a participação de todos os membros do grupo. 
d. Desejarmos identificar cada membro do grupo. 
e. Desejarmos estimular e agilizar o raciocínio. 
4. Como usar a técnica
a. Organizar duas fileiras de cadeiras, voltadas face a face. 
b. A dinâmica se inicia com o primeiro da fileira direita fazendo uma pergunta ao primeiro da esquerda. 
c. Respondida a questão, o segundo da direita usará a resposta dada para formular a sua pergunta ao segundo da esquerda, mantendo o encadeamento da idéia. E assim sucessivamente. 
d. Terminado, volta-se ao início, mas agora invertendo as posições. 
e. Tanto as perguntas como as respostas devem ser feitas e dadas rapidamente, de forma concisa, não havendo intervalo entre pergunta-resposta-pergunta-resposta-…. 

12 – Tempestade de Idéias

É uma técnica de produção de idéias em grupo. Possibilita o surgimento de aspectos ou idéias que não iriam ser, normalmente, levantadas.
2. A técnica é útil para:
a. Desenvolver a criatividade.
b. Compreender e discernir o tema sob diversos aspectos. 
c. Criar um clima de otimismo no grupo. 
d. Desenvolver a capacidade de iniciativa e liderança. 
3. Use a técnica quando:
a. Não estiver encontrando idéias para novas iniciativas. 
b. Não estiver encontrando solução para algum problema. 
c. Precisar que o grupo comprove sua capacidade de abrir caminhos e produzir soluções. 
d. Precisar romper bloqueios criados na personalidade do grupo ou de membro do grupo. 
4. Como usar a técnica
a. Disponha o pessoal como for possível, de preferência em círculo. 
b. Crie um clima informal e descontraído de esportividade e muita espontaneidade. 
c. Suspenda (proíba mesmo) críticas, julgamentos, explicações. Só vale colocar a idéia. 
d. Levar todos a romper com sua auto-censura, expondo o que lhe vier a cabeça, sem pré-julgar. 
e. Pedir que emitam idéias em frases breves e concisas. 
f. Todos devem falar alto, sem ordem preestabelecida, mas um de cada vez. 
g. Proibir cochichos, risinhos e conversas paralelas. 

13 – Discussão Circular

É um processo de encadeamento de aspectos dentro de uma mesma idéia. Oferece oportunidade ao raciocínio rápido e comprovação do entendimento do assunto.
2. A técnica é útil para:
a. Agilizar o raciocínio individual. 
b. Rápida revisão do assunto. 
c. Comprovação do entendimento e de alguns pontos importantes. 
d. Dar oportunidade a todos de expressarem seu entendimento ou dívida. 
3. Use a técnica quando:
a. O estudo de um assunto estiver completo. 
b. Desejar rever um assunto. 
c. Desejar reforçar o conteúdo de um assunto. 
d. Precisar estimular o raciocínio encadeado. 
4. Como usar a técnica
a. Apresente uma pergunta de forma clara e condensada. 
b. Verifique se todos entenderam a questão apresentada. 
c. Explique que cada um deve apresentar um aspecto novo sobre a pergunta feita, ou seja, não vale repetir coisas já faladas. 
d. Cada um tem um minuto, no máximo, para se expressar. 
e. Após apresentar a pergunta e fazer os esclarecimentos que se fizerem necessários, pedir a alguém que se apresente para iniciar a rodada. 
f. Após ele, o do seu lado é que deve continuar, não devendo ser permitido “saltar” para outro. 
g. Ninguém deve interromper ou responder a uma crítica enquanto não chegar a sua vez. 
h. A “discussão circular” continua até que todos achem que nada mais há a acrescentar, ou até esgotar o tempo previsto. 
i. Após a primeira rodada, em que todos devem participar, pode ser pedida a dispensa da palavra com um: “passo”. 

14 – Técnica de Ruminação

Possibilita fundir o esforço individual com o do grupo, no entendimento de um texto. Leva a uma leitura cuidadosa, minuciosa e profunda do texto, de forma individual.
2. A técnica é útil para:
a. Habituar a ler um texto com o máximo de atenção. 
b. Habituar a ler e compreender o texo. 
c. Exercitar a apreender detalhes de um texto. 
d. Exercitar a apreender os aspectos gerais de um texto. 
3. Use a técnica quando:
a. Não souber as condições do grupo em apreender um texto. 
b. Quiser treinar leitura e interpretação de texto. 
c. Quando grupo tiver um mínimo de condições de leitura. 
d. O assunto exigir aprofundamento. 
4. Como usar a técnica
a. Distribuir o texto entre os participantes, solicitando-se que o mesmo seja lido integralmente e de uma só vez, pelo que o referido texto não deve ser nem muito longo nem muito sintético. 
b. Após esta primeira leitura, os participantes são convidados a uma segunda leitura, devendo ser anotadas as partes não compreendidas, bem como aquelas compreendidas e consideradas significativas ou fundamentais do texto. 
c. Após esta segunda leitura, será levado a efeito um trabalho de esclarecimento quanto às partes não compreendidas, com a cooperação de todo o grupo e o coordenador. Cada participante expõe suas dúvidas, que o grupo procurará esclarecer, sendo que, quando a mesma não conseguir, o orientador o fará. 
d. Terminados os esclarecimentos, será feita uma terceira leitura em que cada participante fará um questionário a respeito do texto, indicando: 
1. dúvidas que o texto tenha sugerido; 
2. dúvidas paralelas que a leitura tenha suscitado; 
3. interpretação geral do texto e suas intenções; 
4. questões outras que o texto possa sugerir. 
e. Os participantes, a seguir, se reunirão em grupos de 3 a 5 pessoas e discutirão as suas dúvidas, reduzindo-as a uma só relação. 
f. A seguir, cada grupo apresentará as suas dúvidas ou questões que serão discutidas por todos. 
g. Finalmente, após o término do momento anterior, o orientador fará uma apreciação do trabalho desenvolvido, completando-o se necessário. 

15 – Painel Duplo

Possibilita despertar aspectos sobre o tema que não foram trabalhados. Pode ser usada mesmo após uma palestra, leitura, filme, etc.
2. A técnica é útil para:
a. Desenvolver a capacidade de pensar e raciocinar logicamente. 
b. Procurar entender o ponto de vista de outra pessoa. 
c. Possibilitar a análise lógica de posições individuais. 
d. Desenvolver a capacidade de argumentação lógica. 
3. Use a técnica quando:
a. Os temas não forem aceitos uniformemente pelo grupo. 
4. Como usar a técnica
a. Pede-se a cooperação de sete pessoas que formam dois mini-grupos, um defendendo uma tese e o outro a contestando ou defendendo o contrário. 
b. Invertem-se os papéis. O ataque passa à defesa e a defesa passa ao ataque. 
c. O grande grupo pode manifestar-se, apoiando as teses que achar mais corretas. 
d. O tempo todo alguém funciona como moderador. 

16 – Fórum

A técnica é boa para garantir a participação de grande número de pessoas, sobre temas contraditórios, embora alguns participem como observadores do debate.
2. A técnica é útil para:
a. Dinamizar o grupo. 
b. Desenvolver a capacidade de raciocínio. 
c. Ensinar a saber vencer e a saber perder. 
d. Desenvolver a imparcialidade de julgamento. 
3. Use a técnica quando:
a. Quiser treinar o grupo a não se envolver emocionalmente na questão, desenvolvendo a racionalidade. 
b. Quiser despertar a participação da assembléia através de depoimentos. 
4. Como usar a técnica
a. Escolha três participantes: um defende, o outro contesta o tema, e o terceiro coordena. 
b. A assembléia deve participar, colocando-se de um lado ou de outro. 
c. No final, o moderador oferece uma conclusão. 
Obs.- Para aumentar a participação pode-se constituir um corpo de auxiliares da defesa e da acusação, e um júri.

17 – Mesa Redonda

Poucas pessoas dispondo de tempo para discutir um assunto, em igualdade de condições.

A técnica é útil para:
a. Discutir ou refletir sobre um tema. 
b. Obter a participação de todos (num grupo pequeno). 
c. Chegar a uma decisão participativa e, quando possível, unânime. 
d. Levar os participantes a assumir responsabilidades. Participação na decisão é garantia de colaboração. 

Use a técnica quando:
a. Procura sincera do diálogo. 
b. Igualdade entre os participantes. 
c. Universo comum de comunicação. 
d. Definição clara do tema e do objetivo a que se quer chegar. 
4. Como usar a técnica
a. Pequeno número de participantes, sentados em um círculo, em igualdade de condições. 
b. Discussão livre entre si sobre o tema proposto. 
c. Coordenação bem livre.