O PAPEL DO PASTOR NA FORMAÇÃO IDEAL

O PAPEL DO PASTOR NA FORMAÇÃO IDEAL
Élton de Oliveira Nunes A busca pela integridade é o ideal e o pré-requisito para o ministério pastoral. Não podemos conceber que os que se apresentam para a obra do ministério não se preocupem em crescer em conhecimento e em verdade, agindo de maneira a não envergonhar o próprio ministério e Aquele que o vocacionou para a obra.

Porém, é necessário estarmos cônscios de que, quando falamos de integridade, estamos falando tanto da conduta correta quando da disposição para crescer na conduta correta. Alguns vêem a integridade como algo inerente ao crente de forma que, quando a pessoa se converte, tem de ser íntegro e sem falhas. Mas, a santificação é um processo. Não há como imaginar que o indivíduo atingirá o grau de perfeição da noite para o dia. Isso também vale para aqueles que se apresentam para o ministério (seja ele pastoral, missionário, educacional, ou musical) .

Esses vocacionados estão em processo de crescimento e necessitam de apoio, compreensão e ajuda para se desenvolverem. Os seminários devem preparara-los da melhor forma possível. Porém, nenhum seminário pode substituir a formação discipular que o seminarista precisa ter junto ao seu pastor. O exemplo de um obreiro experiente e experimentado é fator decisivo para a formação completa de um vocacionado ao ministério.

Nós da Faculdade Teológica Batista de São Paulo desejamos estimular e desafiar aos pastores que estejam buscando estar cada vez mais próximos aos seus seminaristas, dando-lhes oportunidade para que estes estejam aprendendo na prática do exercício do ministério o que fazer e o que não fazer, como se conduzir e como se portar diante das situações e desafios do ministério.

Cremos que junto às grandes prioridades do ministério pastoral esta é uma delas: o de preparar outros para a obra do ministério
(I Tm 1-4 ).

Palavra proferida no 55º retiro da Ordem dos Pastores de São Paulo
Sumaré, 03 a 07 de Janeiro de 2000

OS CURSOS DE TEOLOGIA E O RECONHECIMENTO OFICIAL DO MEC: “NECESSIDADE E MUDANÇAS”

Nos dias 13 a 17 de Dezembro de 1999 ocorreu o XXXIV Simpósio da ASTE (Associação dos Seminários Teológicos ), em Engenheiro Coelho, SP. Nesse encontro foi tratada a questão do reconhecimento dos cursos de teologia pelo MEC (Ministério da Educação ).

Sob o título, “Currículo Teológico: Confessional e Público”, cerca de quarenta representantes dos mais diversos seminários evangélicos do País estiveram reunidos com o Dr. Lauro Zimmer, conselheiro do MEC e relator do parecer 241/99 que regulamentou o reconhecimento dos cursos de Teologia. Na ocasião, o Dr. Zimmer esclareceu muitas dúvidas que ainda pairavam sobre o assunto.

 

Marcando uma nova etapa entre as três Instituições, a ABIBET, a ASTE e a AETAL iniciaram um diálogo de intenções e cooperação para que possam representar os interesses dos seminários a elas filiados. A grande preocupação é de se entender este momento e de se preparar para o futuro. Muitos seminários estão buscando informações e alguns estão recebendo propostas de “apoio” mediante pagamento e troca de favores com políticos. Queremos neste espaço apresentar alguns pontos sobre o assunto do reconhecimento.

 

Em primeiro lugar desejamos alertar os seminários para que não sejam precipitados em buscar ajuda de estranhos que se auto denominam “consultores” e “facilitadores”. Temos recebido notícias de que alguns oferecem o reconhecimento por quantias que chegam a R$ 30.000,00 ( trinta mil ) reais . Ninguém pode cumprir isso se o seminário não estiver dentro dos parâmetros do MEC. Em segundo lugar é necessário que os seminários estejam cientes que o reconhecimento do MEC irá exigir uma profunda reformulação na estrutura e no currículo da Instituição. Por exemplo, para que possa cumprir os requisitos da comissão de inspeção, o corpo docente da Instituição deverá estar habilitado (ter cursado ou estar cursando) em nível superior (Strictu ou Latu Sensu) na área específica de atuação, ou seja, pelo menos trinta por cento do corpo docente deverá ter mestrado ou doutorado em Teologia ou Ciências da Religião, reconhecida pelo MEC. Não serão admitidos professores com mestrado em outra área (por exemplo, filosofia) dando aulas em matérias específicas como Teologia do Antigo Testamento. Com isso, ou o seminário investe na formação de seus professores ou irá ter dificuldades para montar o seu corpo docente.

 

Outra situação diz respeito a parte financeira. Todos os professores habilitados deverão receber como professores universitários. Isso irá acarretar um aumento significativo na folha de pagamento da Instituição. Não poderá haver o chamado “jeitinho” em relação aos professores ( muitos deles sem registro ou recebendo um valor irrisório pelo seu trabalho ) . Quanto à parte física, as salas deverão ter metragem específica, a biblioteca terá de ter um número pré determinado de obras em Teologia na língua Pátria (Português), sendo dirigida por uma pessoa formada em biblioteconomia, devidamente cadastrada no sindicato para exercer a profissão.

 

A lista de assuntos é grande, mesmo o currículo dos seminários não estão adequadamente preparados diante da nova LDB e necessitarão ser totalmente reformulados para serem apresentados e aprovados. Isso tudo eqüivale dizer que a maioria dos seminários deverão passar por um estudo minucioso de suas condições para saber se vale a pena esta “corrida pelo reconhecimento”.

 

Cremos que o futuro da causa Teológica irá requerer de todos uma mudança de postura. Este é, sem dúvida, um momento histórico, e necessitamos de seminários que apresentem propostas sérias, dentro das suas limitações, para contribuir para a formação Teológica da liderança evangélica do Brasil.

 

Maiores informações poderão ser obtidas no site da Faculdade Teológica Batista de São Paulo. www//teologica.br

 

A OPORTUNIDADE DE SERVIR

 

O Conselho de Educação Teológica e Ministerial da Convenção Batista de São Paulo assumiu o programa de Educação Religiosa e Música sacra da Convenção Batista do Estado de São Paulo. É a primeira experiência em nossa Denominação de uma Junta que congrega os seminários estaduais gerenciar o programa de Educação de uma Convenção Estadual.

 

Aproveitando a reestruturação da máquina administrativa da CBSP, o Pr. Lourenço Stélio Rega, diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, fez a proposta do CETM cuidar dos rumos do programa de Educação e Música, no que foi prontamente atendido. O objetivo era orientar as atividades de capacitação e liderança do povo Batista no Estado de São Paulo para que as igrejas da Convenção pudessem ser atendidas por aqueles que estão no ministério de capacitação de líderes.

 

Por conta deste objetivo, a Faculdade Teológica batista de São Paulo já realizou dois Simpósios de Educação e Música, com cerca de oitocentas pessoas que participaram em dez módulos de treinamento e capacitação. Inicialmente a procura excedeu todas as expectativas da coordenadoria do evento, que teve de repeti-lo em duas ocasiões, em Dezembro de 1999 e agora em Abril de 2000.

 

“Simpósio de Educação e Música Sacra para o próximo Milênio”, como ficou conhecido o evento, contou com a participação de professores da Faculdade e ilustres convidados. Dirigiram os módulos os professores Marcos Cunha, David Howard, Jacira da Silva Lima, Eliane Martinoff, Amorin Leite, Denise Delcorço, Samuel Torelli, professores da FTBSP e os convidados Pr. Celso Mastromauro, Missionária Hasel Collins, Elizabeth Zhu da Silva e Daniel José da Silva, líderes de renome em nossa Convenção. O Pastor Élton de Oliveira Nunes, Deão da FTBSP e a Administradora da Faculdade, irmã Cybele Gaetani coordenaram os eventos.

 

Além destas atividades, a FTBSP, na pessoa do seu professor, o missionário David Howard, montou um grupo de treinamento composto por alunos da Faculdade para atenderem o pedido de clínicas de treinamento em todo o Estado.

 

O tempo dirá se a experiência poderá servir de modelo para outras Convenções Estaduais. No que tange a São Paulo, cremos que está sendo por demais proveitosa a idéia de capacitar os líderes através daqueles que foram chamados para isso.

Pr. Pr. Élton de Oliveira Nunes – Vice diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Bacharel em Teologia, Direito e Pedagogia. Pós graduado em Educação, Mestrando em Teologia.

Fonte: http://www2.uol.com.br/bibliaworld/igreja/estudos/educ007.htm

CARACTERÍSTICAS DE UM BOM PROFESSOR

CARACTERÍSTICAS DE UM BOM PROFESSOR
por Cristina Mellin

As características do professor estão muito ligadas à sua personalidade e ao seu caráter.
Estas características são também individuais e dependem da situação e da matéria.
Sugerimos que você faça uma lista que contenha 5 (cinco) características de um bom e experiente professor.

Geralmente os educadores estão de acordo com respeito às qualidades necessárias.
Como resultado de um seminário, professores elaboram uma lista que contém as características (importantes) de um bom professor, a saber:

1. Conhece profundamente a matéria a ser ensinada.
2. Prepara cada aula de forma específica, identificando claramente o objetivo de cada lição e aula.
3. Explica aos alunos o objetivo da lição.
4. Explica o motivo da tarefa a ser realizada.
5. Cria um ambiente agradável para o aprendizado.
6. Gosta de trabalhar com os alunos.
7. Dá instruções claras e é bem organizado.
8. Apresenta o conteúdo da matéria com modelos ou exemplos.
9. Mantém-se dentro dos limites do objetivo.
10. Exige muito dos alunos, treina-os para que sejam responsáveis quanto ao estudo.
11. Atua de maneira constante.
12. É dedicado e responsável, exige muito de si mesmo.
13. É criativo, versátil na maneira de ensinar, possui novas idéias e novos materiais.
14. É entusiasta e enérgico, porém aceita idéias dos alunos.
15. Notifica o aluno quanto ao seu aproveitamento.
16. É flexível, está sempre disposto a dar e receber (aconselhar e escutar).
17. Provê oportunidades de aprendizagem para os alunos atrasados ou avançados sem causar embaraços, isto é, adapta o ensino segundo as necessidades individuais dos alunos.
18. Estimula a sala de aula para que haja respeito mútuo e cooperação (lições e pesquisas em grupo).
19. Trata os alunos como indivíduos.
20. Respeita as opiniões dos alunos, reagindo sempre de maneira construtiva.
21. Encoraja os alunos a melhorar e ter um bom conceito de si mesmos.
22. Tem senso de humor, expressa seus sentimentos e atitudes.
23. Tem um relacionamento amigável com os alunos, mantendo a disciplina.
24. Coopera com os outros professores.
25. Veste-se de forma adequada.
26. Usa métodos de ensino comprovados.
27. Continua seu desenvolvimento profissional.
28. Conhece a vida pessoal dos alunos.
29. Importa-se em conhecer a comunidade e os recursos locais.

Várias pesquisas indicam cinco pontos essenciais que descrevem um bom professor. São eles:

1) Conhecer bem a matéria.
2) Tratar os alunos como indivíduos e ser amigável.
3) Ser criativo, entusiasta e inovador no preparo das aulas.
4) Ser exigente e manter a disciplina.
5) Manter-se dentro dos limites do objetivo.

CARACTERÍSTICAS DOS ALUNOS DESSES PROFESSORES

1. Demonstram conhecimento da aula.
2. Têm uma atitude amigável uns para com os outros e para com o professor.
3. São responsáveis quanto ao aprendizado.
4. Respeitam o currículo e a escola.
5. Aprendem conceitos, habilidades e atitudes conforme o currículo, segundo os resultados dos testes correspondentes.
6. Demonstram um comportamento que indica uma atitude positiva para com os outros alunos e para consigo mesmos.
7. Geralmente não existe nenhum problema de comportamento em sala de aula.
8. Aprendem muito mais e melhor.

Fonte: http://www2.uol.com.br/bibliaworld/igreja/estudos/educ0010.htm

EDUCAÇÃO RELIGIOSA – Refletindo sobr seus benefícios

EDUCAÇÃO RELIGIOSA
Refletindo sobre seus benefícios

Walter Santos Baptista

 

Para a compreensão dos benefícios a serem obtidos da Educação Religiosa pela igreja local, é necessária uma compreensão das potencialidades do ser humano que está envolvido na sua docência e na sua discência. Não é demais repetir que vivemos num mundo secularizado, maquinizado e despersonalizador.

 

No entanto, a igreja vive, pensa e age noutra esfera: tem um objetivo espiritual, busca a vontade de Deus e o reconhecimento do ser individual. É grande inspiração para o servo de Deus ler na Sagrada Escritura: “… eu te chamo pelo teu nome; ponho-te o teu sobrenome”, “não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu“, e ainda, sobre Jesus Cristo: “as ovelhas ouvem a sua voz; e ele chama pelo nome as suas ovelhas” (Is 45.4b; 43.1b; Jo 10.3b). É a personalização do povo de Deus, coisa não muito acentuada no contexto secularizado em que trabalhamos, estudamos e vivemos, quando se é apenas o número do CIC, do RG, ou da Conta Bancária, e que há de ser ênfase na Igreja de Cristo.

 

A pessoa humana é imagem e semelhança do Criador, e confiado lhe foi gerenciar este mundo para revitalizá-lo e fazê-lo produzir sem agressões ao meio ambiente. É um ser de possibilidades: cresce, adapta-se, pensa, reflete, cria, transforma, molda, age e interage. A esse ser pleno de possibilidades, a igreja repassa os benefícios da Educação Religiosa.

 

O papel do educador religioso está em orientar este ser humano para a vida em Cristo, guiando-o à maturidade espiritual. A afirmação de Paulo, “para mim o viver é Cristo” (Fl 1.21), passa a ser programa de vida, verdade de conduta, vida de fé. Naturalmente, o principal agente da Educação Religiosa se torna a igreja local, já por ser um grupo de crescimento, já porque alguns crentes em Cristo não vêem nem têm seus lares na piedade cristã.

 

Talvez haja necessidade de despertar igrejas para essas oportunidades, possibilidades e reconhecimento de benefícios para não cairmos na triste análise feita pelo Dr. Elton Trueblood,

Houve um tempo em que uma igreja era uma comunidade corajosa e revolucionária, que estava mudando o curso da história pela introdução de idéias discordantes; hoje é um lugar aonde se vai e se senta em bancos confortáveis, esperando pacientemente a hora de ir para casa para o almoço do domingo.

Isso porque já se chegou à conclusão que tem havido pouco interesse no estudo bíblico, e assim são poucos os membros da igreja afeitos à leitura profunda ou ao estudo sistemático da Palavra de Deus.

 

Por outro lado, com exceção das Sociedades Femininas, possivelmente, em geral as organizações estão em crise, sendo, ainda um pouco difícil encontrar professores consagrados e dispostos a dedicar tempo ao preparo de suas aulas, e ao contato pessoal e extraclasse com os alunos. Isso, entretanto, há de ser feito, por amor do próprio universo abrangido pela Educação Religiosa (crianças, jovens, adultos, cf. 1Jo 2.12-14).

 

Ora, crentes em Cristo têm os pecados “perdoados por amor do seu nome” (v. 12), conhecem o Pai e “aquele que é desde o princípio”(vv. 14a, 13a), já venceram o Maligno (v. 13b), são fortes e retêm a palavra de Deus (v. 14b). Com vistas a esses, a recomendação expressa do Senhor,
“ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mt 28.20a), e é por isso que “perseveravam na doutrina dos apóstolos” (At 2.42a).

 

PRIMEIROS BENEFÍCIOS

 

Na Igreja-dos-primeiros-dias, quatro atividades de Educação Religiosa se destacavam. É conferir no livro dos Atos (2.41-47; 5.42).

 

O Culto
A primeira delas o Culto (cf. 2.42a). Efésios 5.19-21 e Colossenses 3.16b são claros em apresentar os elementos que compõem o culto cristão: os hinos de louvor, as orações, a proclamação e ensino, e o serviço. A adoração há de ser pessoal (Rm 12.1) e coletiva (Ex 12.26). Na adoração reconhecemos nossa indignidade, e o sacrifício redentor de Jesus Cristo; buscamos conhecer a vontade de Deus para poder servi-Lo com todas as veras do nosso espírito. Na atividade de culto, o testemunho se faz atuante aos não-crentes, aos adversários, ao que têm impedimentos físicos, e isso por métodos os mais variados, pois o evangelho deve ser sempre atual falando às pessoas quando e onde elas estão e como estão num testemunho relevante e inteligível, tomando-se cuidado com o que já foi chamado jocosamente de “linguagem de Canaã”, o jargão religioso que o descrente pode não entender, e não ter igualmente sentido para as crianças. Algo assim como: “entregue seu coração a Jesus” (“como é que eu faço para arrancar e dar a ele?” perguntou uma criança), “… você está perdido” (de quê?), “… você precisa ser salvo” (de quê?), e outros tantos.

 

Se o culto é o relacionamento consciente da congregação com Deus, quem o cria e o faz de modo consciente é a Educação Religiosa (cf. Ec. 12.26).

 

O Testemunho
Deve começar com o ser humano como imagem de Deus. Esse é um ensino repassado pela Escritura (Gn 1.26; Ef 4.24; 1Co 11.7). Deve falar da queda e do pecado, e enfatizar a libertação da vida de pecado e a nova vida em Cristo. Afinal, a Educação Religiosa ressalta que no culto estamos como uma coletividade de pecadores salvos que confessam seu pecado e o perdão trazido por Cristo. Ensina que culto é ação. Da parte de Deus que nos agracia com bênçãos escolhidas por causa de nosso ato de fé, e de nossa parte que lhe obedecemos porque nele confiamos.

 

A experiência de estar com a congregação em culto é pedagógica porque temos uma experiência viva do povo de Deus na história; crianças, jovens e adultos se vêm como membros da mesma comunidade que cultua. É preciso crer na família que adora a deus unida quando cada culto se torna uma experiência de adoração e educação.

 

A Comunhão
Cantamos dizendo uma verdade bíblica: que “benditos laços são os do fraterno amor” porque Jesus Cristo é o filtro de nossos relacionamentos. Assim, nas relações conjugais, familiares, de trabalho, sociais ou eclesiásticas é o que deve ocorrer. Em tudo, Cristo é o parâmetro, o meio de aferição e o elo de união. É atestar com declarações como as encontradas em Efésios 5.22, 25; 6.1,4,5,9, pois “tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Fl 2.5), visto que nossa comunhão está marcada pelo seu sangue (1Jo 1.6,7).

 

No Novo Testamento, o sentido de comunhão não era café-com-bolinhos, e sim o de Atos 4.32,34,35. O senso de pertencer, de ser-um-com-os-outros, de amar e ser amado é uma das mais extraordinárias experiências da vida cristã (cf. 1Jo 4.19-21). Assim, a educação religiosa nos dá o reconhecimento do nivelamento que o evangelho dá a pessoas de classes sociais, raças ou idades diferentes. Através da comunhão, relacionamentos quebrados são curados e fortalecidos. E isso não é sociabilidade, mas o reconhecimento que pela graça somos salvos, alimentados pela educação na fé porque Cristo estabeleceu para a igreja o “ensinando a guardar”.

 

A Capacitação
O próximo passo é o do ensino, a capacitação e treinamento do povo de Deus para a missão divina. São os novos crentes, a liderança da igreja, os grupos especiais. Afinal, a igreja não lida com coisas, mas com pessoas, o que significa que sua tarefa é produzir gente de boa qualidade. Há registro de que o poeta W.H. Davies conversava com um garotinho e lhe teria perguntado, “que é que você vai ser quando crescer?” Naturalmente esperava que dissesse “bombeiro”, “médico”, ou outra profissão fascinante. O menino respondeu, “Que eu vou ser quando crescer?” Pelo seu tom de voz, a pergunta de Davies parecia ter sido boba. E completou, “vou ser um homem grande!” É mesmo! O final do crescimento é ser adulto, e isso vale na vida cristã.

 

Nosso trabalho é produzir jovens que saibam o que crêem, e que possam declarar sua fé no espírito de 1Pedro 3.15. Para que isso aconteça, haveremos de enfatizar o estudo sistemático, dialógico da Palavra Santa, ou seja, não dizer o que se deve crer, mas ajudá-los a descobrir por eles mesmos; que sejam moças e rapazes de princípios justos e valores perfeitos; leais à Igreja de Jesus Cristo, à sua denominação, e à sua igreja local; jovens profundamente conscientes do seu papel no mundo, mostrando-lhe o que faz diferença na vida para eles expressa na simples expressão, “em Cristo”.

 

O Serviço
A igreja de Jerusalém tinha uma expressão de Serviço. Que a igreja nunca seja condenada por sequer pensar, “.. sou eu o guarda do meu irmão ?” (Gn 4.9b), porque a resposta será “Sim”, à luz das advertências bíblicas (cf. 1Co 12.25; Gl 6.2; 1Tm 5.8). Cada crente em Jesus Cristo tem recursos para cuidar, zelar, fazer crescer como participante do Corpo de Cristo com os dons que o Espírito Santo distribuiu soberanamente (cf. 1Co12.6-11). A Educação Religiosa, a educação na doutrina bíblica e na prática cristã, há de tornar compreendidos esses dons, ao tempo, que, abrindo os olhos espirituais, capacita com o treinamento o crente. É aí que compreendemos que “sim, somos o guarda do nosso irmão!”

 

Por aí se demonstra que o cuidado pastoral é responsabilidade de toda igreja como comunidade terapêutica liderada pelo seu pastor. Na profecia do Antigo Testamento está declarado que, “como pastor ele apascentará o seu rebanho” (Is 40.11a); na ordem aos apóstolos, “pastoreia as minhas ovelhas” (Jo 21.16); na palavra aos pastores, “apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós” (1Pe 5.2-4); e a todos os crentes, “… que os membros tenham igual cuidado uns dos outros” (1Co 12.25b). Cuidado pastoral é um encontro pessoal em amor, e uma possibilidade para cada crente, pois há muita coisa que se faz como crente e não se percebe que é puro cuidado pastoral, como a visita de um crente a outro que mais que social é pastoral.

 

MAIS BENEFÍCIOS

 

Os benefícios estão nos próprios objetivos da Educação Religiosa:

  • No que se promove uma consciência de Deus como uma realidade na experiência humana, e um sentido de relacionamento pessoal com Ele;
  • no que se procura desenvolver esse entendimento e apreciação da pessoa, da vida e dos ensinos de Jesus Cristo que leve o crente a ser leal ao Mestre e a sua causa, manifestando em seu dia-a-dia uma visão do mundo dominado pelo evangelho;
  • no que se interpreta a vida e o mundo do ponto de vista evangélico, vendo neles o propósito e plano de Deus;
  • no que se desenvolve uma apreciação do significado e importância da família cristã e se participa e contribui para a construção de famílias fortes que resultem em igrejas fortes;
  • no que se promovem as missões cujo espírito não pode ser transmitido a outros a não ser por aqueles que o possuem;
  • na educação para a liberdade, para o amor, para o senso cristão do acontecimento e para o amor pessoal de Jesus Cristo e por Jesus Cristo;

para o entendimento da chamada de Abraão, de Moisés, de Isaías, de André e Simão, mas também a de Carlinhos, de Rosa Maria, do irmão João de Sousa, da Profa Julieta Amaral, do Dr. Henrique Pessoa; da compreensão, até, dos fracassos como meio de aprofundar a dependência de Deus.

 

Naturalmente os objetivos pra surtir os benefícios esperados precisam ser graduados, e, ao dividirmos os grupos de acordo com a faixa etária, estamos dizendo que a compreensão cristã depende principalmente da idade da pessoa atendida. Compreende-se, no entanto, a possibilidade de alternativas, como a divisão de atividades por centros de interesse a partir dos adolescentes, quando estes, mais os jovens e os adultos se reuniriam em torno de um centro de atenção para um estudo ou prática inter-etária (evangelismo, música, capacitação da liderança, etc.). Os referidos centros de interesse devem funcionar concomitantemente. Daí, já se chega a mais um benefício que é a realimentação (feedback) do sistema eclesiástico pela interação de seus membros, visto que a igreja deve ser olhada e analisada através de uma visão sistêmica. Nessa comunidade de participação, crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, mulheres e homens, ovelhas e pastores, solteiros e casados, cada um enriquece o outro, e aprende a participar da criação e manutenção de uma igreja mais humana, mais próxima ao Espírito de Jesus Cristo e mais libertadora.

 

Então, um benefício certo é a “opção pelo serviço”, no qual a fé ativará a inteligência, a esperança animará a vida afetiva e o amor essencializará a vontade, pois não explicitou Paulo que “todas as vossas obras sejam feitas em amor” (1Co 16.14)? E “de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas” (2Co 12.15a)? Tudo isso num senso crescente do deus Vivo, do apoiar-se em Deus, do Deus-em-nosso-meio, do Emanuel!

 

E PARA CONCLUIR…

 

O que quer que aconteça na igreja é pedagógico, e essa ação pedagógica há de ajudar o crente a pensar, e guiá-lo a uma perspectiva diferente de si, dos outros, dos horizontes. Embora a fé se tenha tornado difícil neste mundo de pensamento lógico e materializado, nosso povo anseia pela vida de fé com Deus, e aí reside o propósito central da educação religiosa: ser um fator de participação e de liderança de mudanças nos envolvimentos do ser humano em suas interrelações. A igreja, por isso, deve se tornar um centro de convivência, ou no dizer de Miller, “a igreja local é onde nos tornamos conscientes do começo de nosso sustento na vida cristã” (p. 194).

 

Para benefícios ainda maiores, deve-se dar ênfase plena à lealdade à igreja onde se é membro, onde havemos de crescer com ela, de com ela nos alegrar, chorar, e nessa era de ignorância da Palavra de Deus, de incerteza do dia seguinte, de pessimismo diante das coisas, de temor do futuro, o crente em Cristo continuará a receber os vitalizadores benefícios da orientação segura, existencialmente correta da Escritura Sagrada na Educação Religiosa.

 

FONTES PRIMÁRIAS

 

BARCLAY, William. Fishers of Men. Philadelphia, Westminster, 1966.

 

KHOOBYAR, Helen. Facing Adult Problems in Christian Education. Philadelphia, Westminster, 1963.

 

MELY, Rafael García. Filosofia de la Tarea Educadora de la Iglesia. Em: Educación Cristiana. Ano XXIII, no 93 (1968), pp. 23-28.

 

MILLER, Randolph Crump. Christian Nurture and the Church. NY, Charles Scribner’s Sons, 1961.

 

PAGURA, Federico J. Elaborando un Programa Completo para la Iglesia Local. Em: Educación Cristiana Ano XXIII, no 93 (1968), pp. 19-21.

 

WIENCKE, Gustav K. (Org.). Christian Education in a Secular Society. Philadelphia, Fortress, 1970.

 

WIENER, Norbert. Cibernética e Sociedade, 3ª ed. São Paulo, Cultrix,. 1970. Trad. J. P. Paes.

Pr. Walter Santos Baptista, Igreja Batista Sião Seminário Teológico Batista do Nordeste em Salvador Salvador, BA wsbaptista@uol.com.br

Fonte: http://www2.uol.com.br/bibliaworld/igreja/estudos/educ005.htm

SUPERINTENDENTE E O SEU RELACIONAMENTO COM OS PROFESSORES

SUPERINTENDENTE E O SEU RELACIONAMENTO COM OS PROFESSORES

Pr: Claudionor Correa de Andrade

INTRODUÇÃO
Para sermos bem-sucedidos como superintendentes, jamais devemos nos esquecer desta proposição: o superintendente da Escola Dominical é, antes de mais nada, um professor. Se soubermos motivar o corpo docente, haveremos de ter uma escola moderna e que prime pela qualidade total no Ensino da Palavra de Deus.
Aperfeiçoemos, pois, nosso relacionamento com os professores.

I. O QUE É O PROFESSOR
a) Etimologia
O significado etimológico do vocábulo professor é bastante curioso. Trazido da palavra latina professore, denota aquele que professa ou ensina uma ciência, uma arte, uma técnica, uma disciplina.

b) Definição
Professor é a pessoa perita, ou adestrada, para, não somente transmitir conhecimentos, mas principalmente formar o caráter de seus pupilos.

c) Conceito pedagógico
Sempre admirável em suas proposições, Aguayo dá-nos esta belíssima definição: Professor é quem conscientemente, e com um propósito determinado, influi sobre a educação de uma comunidade. Educadores e professores são, pois, o sacerdote, o filósofo, o estadista, o magistrado, os pais, os grandes escritores e, em geral, toda pessoa que se propõe estimular, guiar e dirigir o pensamento, a conduta ou a vida dos seus semelhantes.

d) O professor como intermediário
Devem os professores atuar como os reais intermediários entre os especialistas e os alunos. Esta função do mestre foi muito bem entendida pelo admirável escritor Monteiro Lobato: A função do mestre profissional fez-se cara. Tinha de ser o intermediário entre o especialista e o povo, tinha de aprender a linguagem do especialista, como este aprendia a linguagem da natureza, e desse modo romper as barreiras erguidas entre o conhecimento e a necessidade de aprender, descobrindo meios de expressar as novas verdades em termos velhos que toda gente entendesse. Isso porque se o conhecimento se desenvolve demais, a ponto de perder o contato como homem comum, degenera em escolástica e na imposição do magister; o gênero humano encaminhar-se-ia para uma nova era de fé, adoração e distanciamento respeitoso dos novos sacerdotes; e a civilização, que desejava erguer-se sobre uma larga disseminação da cultura, ficaria, precariamente, baseada sobre uma erudição técnica, monopólio duma classe fechada e monasticamente separada do mundo pelo orgulho aristocrático da terminologia.

e) A importância do professor da Escola Dominical
É justamente com esse elemento tão importante da educação que os superintendentes estamos lidando. Não podemos ignorá-lo, nem subestimar-lhe o valor. De nosso relacionamento com ele, dependerá todo o nosso êxito como responsáveis pelo mais importante departamento da igreja. Além disso, são os professores os intermediários entre os doutores e o povo.
Na antigüidade, professor era aquele que, publicamente, professava a sua fé. Que os professores e superintendentes de Escola Dominical jamais nos esqueçamos desse sacratíssimo dever de nosso ministério! Professemos sempre a fé no Cordeiro de Deus.

II. OS PROFESSORES COMO INTERMEDIÁRIOS E INTÉRPRETES DE NOSSOS CURRÍCULOS
São os professores os intermediários entre os especialistas e os alunos. Devem eles atuar como os intérpretes e os adaptadores de currículos.
Estejamos atentos aos professores que, rejeitando temerariamente as lições que lhes prescreve a Igreja local em consonância com a orientação dos órgãos convencionais competentes, põem-se a escrever lições por conta própria, cometendo não raro aleijões doutrinários e aberrações teológicas.

III. OS REQUISITOS BÁSICOS DO PROFESSOR
Theobaldo Miranda Santos afirmou, certa ocasião, que o professor não é somente aquele que educa por profissão. É aquele que, por vocação, ensina. Quem pode contestar o ilustre pedagogo brasileiro? Ora, se assim deve agir o professor secular, o que não diremos acerca do professor que tem como missão ensinar a Palavra de Deus?
Vejamos, a seguir, os requisitos exigidos daquele que se propõe a ensinar:

1) Vocação

É o ato de chamar. É o pendor, a disposição e a pendência para alguma coisa. Paulo comparou o ensino a uma chamada divina: De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se é ensinar, haja dedicação ao ensino (Rm 12.7).
A vocação ao ensino da Palavra de Deus, por conseguinte, é algo sagrado.

2) Amor ao ensino
Não basta ser vocacionado ao ensino; é necessário que se tenha pelo ensino um sacrificado amor. Os que, no magistério, vêem apenas uma fonte de renda, sentir-se-ão continuamente frustrados. Antes de mais nada, consideremos: o ensino, como todo o sacerdócio, não foi instituído para enriquecer quem o pratica, e, sim, aqueles a quem ele se destina. Jamais deve o professor esquecer-se do que disse Platão: Os que levam fachos de luz devem passá-los a outros.

3) Dedicação ao ensino
Os chineses têm um ditado: Cem livros não valem um bom professor. Basta um instante de reflexão para se concluir: cem livros não valem um professor desde que este seja dedicado ao ensino. Superintendente, tem você ajudado seus professores a se dedicarem ao ensino? Incentive-os; é a sua missão.

4) Exemplaridade moral
João Batista de La Salle, impressionado com a decadência do ensino em sua época, resolveu fundar uma escola que educasse dignamente as crianças, e cujos professores se destacassem, acima de tudo, pelo exemplo moral.
Como carecemos de pessoas moralmente sadias! Se não tivermos mestres que sejam doutores na conduta, jamais poderemos alistar cristãos que sejam graduados no agir, adestrados no pensar e aptos a servir a Deus.
Eis o que certa vez recomendou Raul Ferrero: Dentro e fora da escola, o mestre deve ser um paradigma de correção e de boa conduta porque a virtude se irradia sobre os demais como um exemplo vivificador. Enobrece o espírito e concede ao homem um traço de incontestável respeitabilidade. Requer, pois, o educador sólidos princípios morais e religiosos, severamente observados. Como só se pode transmitir o que se possui, o mestre, ensinando a moral, tem de vivê-la com sóbrio orgulho e inculcá-la com paternal solicitude.

5) Vida espiritual
Precisamos de professores que se dediquem amorosa e sacrificialmente ao Senhor Jesus. Não basta ter vocação ao ensino; é imprescindível o devotado amor ao Divino Mestre. Como podemos ensinar o amor a Cristo, se desconhecemos o sentido do amor divino? Leciona o pastor Antonio Gilberto:O professor espiritual e preparado completa o trabalho do evangelista ou pregador. O ensino da Palavra deve ser em toda igreja uma seqüência da pregação.

6) Preparo físico
Tendo em vista as dificuldades inerentes ao ensino, é fundamental que o professor esteja preparado fisicamente. Terá ele, afinal, de ministrar aulas que, em média, duram de quarenta minutos a uma hora. Recomenda-se, pois, ao professor que cuide bem de sua saúde, alimente-se na hora certa e não sacrifique as horas de sono.
Tem os seus professores esses requisitos? Se os têm, é mister que os desenvolvam plenamente.

IV. OS PRINCIPAIS DEVERES DO PROFESSOR
Como em toda a escola, cabe ao superintendente levar o corpo docente a cumprir fielmente as suas obrigações. Doutra forma, o grande projeto, que é a Escola Dominical, jamais alcançará seus objetivos.

1) Preparo da lição
Que cada professor gaste pelo menos uma hora por dia no preparo de sua lição. Aqueles que só lêem a lição no domingo, minutos antes de ir à Escola Dominical, estão fadados ao fracasso.

2) Pontualidade
Incentivemos o professor a chegar à Escola Dominical com, pelo menos, trinta minutos de antecedência. Ele poderá, assim, verificar se a sua sala está devidamente preparada. Além disso, poderá dispor de alguns minutos para orar a fim de que Deus o abençoe na ministração da matéria.

3) Visitar os alunos
O professor não deve permitir que os faltosos fiquem sem a devida assistência espiritual. Visitando-os em suas lutas e provações, os mestres muito nos ajudarão a viver um grande avivamento espiritual.

4) Orar pela classe
Leve seus professores a intercederem por suas respectivas classes e pela Escola Dominical como um todo. Sem oração, não pode haver progresso. Aconselho que toda a semana o superintendente se reúna com os professores e a diretoria da
Escola Dominical a fim de interceder por esta junto a Deus. Aí está a chave da vitória.

5) Freqüentar a reunião dos professores
Leve seus professores a freqüentarem regularmente a reunião dos professores. É a oportunidade de que você dispõe para incutir nos mestres o espírito de corpo (unidade espiritual) de que deve haver em cada Escola Dominical. Além disso, precisarão observar as orientações didáticas e pedagógicas concernentes às lições a serem ministradas.
Ajude os professores a cumprirem os seus deveres. Fale com aqueles que estejam enfrentando dificuldades para observar as normas estabelecidas pela Escola Dominical. Seja compreensivo; todavia, jamais negocie a sua autoridade como superintendente. Seja paciente, porém, nunca perca de vista os grandes objetivos do Reino de Deus.
Embora pareça difícil e até doloroso substituir um professor, às vezes é imperioso fazê-lo. Se este vier a perder o alvo do ensino cristão e não mais contemplar suas urgências, exorte-o. Se não houver mudança de atitude, não relute em proceder a substituição. Mas não deixe de orar pelo mestre que está sendo substituído; amanhã poderá voltar devidamente reciclado.

V. O QUE PODERÁ FAZER O SUPERINTENDENTE EM PROL DOS PROFESSORES
Exporemos aqui o que poderá fazer você pelos seus professores.
1) Ore pelos professores.
Apresente-os diariamente ao Senhor Jesus. Deve você posicionar-se diante de Deus como o maior intercessor da Escola Dominical. Lembra-se de Samuel? Foi considerado pelo próprio Deus como um dos dois maiores intercessores de Israel (Jr 15.1).

2) Visite os professores.
Assim como os professores devem visitar os alunos, deve o superintendente visitar cada professor em particular. E se um dia o superintendente precisar de visitas, o pastor estará pronto a fazê-lo. Dessa forma, cada um interessando-se pelo seu irmão, Deus estará visitando a todos. É a lei do amor.

3) Interesse-se pelos problemas de seus professores.
Não se limite a substituir os mestres que, num dado momento de sua carreira, estejam enfrentando dificuldades. Procure saber o que lhes está acontecendo. Às vezes é apenas uma fase difícil. Já pensou se o Senhor Jesus fosse desfazer-se de nós cada vez que nos víssemos em crise? Certamente não estaria eu a escrever este livro.

4) Recicle os professores.
Se não tomarmos cuidado, tanto os professores como nós, os superintendentes, repetir-nos-emos. Por isso, é imperativo que nos reciclemos periodicamente. Sempre que houver um curso específico, patrocine a ida de seus professores. Ou melhor: vá com eles. Mostre-lhes que você mesmo está interessado em aperfeiçoar-se.

5) Ajude os seus professores a serem grandes pesquisadores.
Jerônimo, que foi um dos maiores cultores do Cristianismo, deixou aos seus discípulos este peregrino conselho: Vivei como se, cada dia, tivésseis de morrer; estudai como se, eternamente, tivésseis de viver. O que o grande erudito quis dizer-nos? Em primeiro lugar, que os professores não podemos limitar-nos às atividades acadêmicas. Antes destas, devemos primar por uma vida piedosa e santa, devocional e sacrificialmente amorosa.

CONCLUSÃO
Lute por seus professores a fim de que alcancem o grau de excelência requerido na Palavra de Deus: O que ensina, esmere-se no fazê-lo.

Escola dominical

TENTAÇÕES DO MAGISTÉRIO CRISTÃO

TENTAÇÕES DO MAGISTÉRIO CRISTÃO

A pregação do Evangelho é a ponta de lançã do movimento pentecostal. Vidas dinamizadas pela chama do Espírito Santo anunciam com desenvoltura as Boas-Novas, e milhares de pessoas são transformadas, experimentando o milagre do novo nascimento.
Isto é muito bom e louvável. Damos graças a Deus pelos movimentos evangelísticos em nossas igrejas, só não podemos esquecer que o mesmo Senhor que ordenou ” Ide e pregai ” ( Mc 16.15 ), disse também: ” Ide e ensinai a todas as nações”(Mt.28.19-20 ).
O magistério cristão é a base fundamental para o movimento do saber teológico. Ele tem alavancado o conhecimento e fortalecidos os pilares doutrinários da fé cristã. Tem dado uma nova dinâmica metodológica no ensino da Palavra de Deus. Temos um credo alicerçado na Palavra, que no decorrer dos anos, vem reprovando as heresias e mantendo a sua trajetória ao produzir santas e irrefutáveis convicções. Isso graças ao desenvolvimento do magistério cristão, que continua na busca incessante do conhecimento sistemático da Palavra.
È bom de falarmos de evangelismo , missões, ensino da Palavra, é algo que realmente nos emociona, pois está no sangue do verdadeiro cristão. Mas , como em toda jornada aparecem as pedras no meio do caminho, no magistério cristão não é diferente, as tentações aparecem de várias maneiras. Vejamos algumas delas.

Soberba:De acordo com o dicionário Aurélio, soberba significa orgulho excessivo; arrogância. O soberbo é aquele que acha estar acima dos demais. É orgulhoso ao extremo, tornando-se arrogante, auto-suficiente. Ele diz: ” Eu é que sei, sou o melhor professor “. Entretanto, vale lembrar as palavras de Walter B. Knight: ” Nunca olhe para ninguém de cima para baixo; somente Deus pode fazê-lo .”
Senso comum que uma pessoa pedante é insuportável. Todo bom discípulo jamais deve vangloriar-se do ministério que Deus lhe concedeu. No livro e provérbios encontramos citações evidentes desse comportamento: ” Quando o homem se orgulha de si mesmo, acaba sendo envergonhado. “, Pv 11.2 ( versão Bíblia Viva ) ” da soberba só provem a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria.”, Pv. 13.10; ” A soberba procede a ruína, e a altivez do espírito procede a queda.,”, Pv. 16.18.
Viva a vida com humildade. Deus resiste ao soberbos, más dá graças aos humildes (Tg 4.6 ) Faça a oração de Davi, expressa no Salmo 19.13: ” Também da soberba guarda o seu servo,
Para que se não assenhoreie de mim; então, serei sincero e ficarei limpo de grande transgressão.”
O ensinador cristão deve entender que o magistério é o seu ministério diante de Deus. Deve entender que é simplesmente canal de benção do conhecimento. Deus, em sua soberania, usa quem quiser. Para o professor manter o sucesso do seu ministério, precisa de humildade, que um braço da sabedoria.

Comodismo:Estive visitando um obreiro, um homem novo, calmo, superintrovertido, e notei que nada havia sido feito em sua igreja nestes últimos cinco anos, nem mesmo a pintura da fachada principal do templo. Fiquei angustiado e perguntei-lhe: ” Por que o senhor não faz um movimento nesta igreja para mudar esta situação?” Ele respondeu-me mansamente: ” Eu sou um obreiro conservador.”
Comodismo é uma das tentações do magistério cristão. É a atitude de quem atende, acima de tudo, à própria comodidade. É o tipo do professor desestimulado. Ele incorre no sério erro de faze a obra do Senhor relaxadamente. É diferente daquele que é diligente e que procura esmerar-se naquilo que faz.

Apostolo Paulo recomendou a Timóteo que fosse diligente para que o seu progresso estivesse manifesto a todos ( 1Tm 4.15 ). O sábio interroga: ” Viste um homem perito na sua obra? Perante reis será posto; não será posto perante os de baixa sorte”. Pv 22.29, Portanto, procure fazer o melhor para Deus. Nunca esqueça que a negligencia da vida cômoda não resulta em virtudes, todavia, a diligência dá origem a todas elas.
Na atual conjuntura, na era da automação, com o vasto desenvolvimento científico e tecnológico, é inadmissível que o ensinador cristão seja acomodado. O momento é de urgência. É essencial avançar. E para isso todos os meios didáticos possíveis deve ser usados para que se alcance, através do ensino da Palavra , o maior número de pessoas para o Reino de Deus. Nestes últimos momentos da igreja na terra, urge a necessidade de despertar, de ter bom ânimo. Deus tem algo mais para realizar através da vida daqueles que se dispõem a trabalhar com dinamismo.Todos que cumprem seu ministério co diligência, Deus os fazem prosperar.

Competição:É mais uma pedra no caminho. O ensinador deve estar atento. Seu magistério não é um jogo, mas uma vocação, um chamado divino.
A competição no magistério traz prejuízo para a obra Senhor. Dois ou mais ensinadores simultaneamente pretendem a mesma coisa. É neste ponto que começam as rivalidades, gerando deslealdade nos relacionamentos. Um professor compete com os outros professores para ver quem é o melhor. Até mesmo os próprios os alunos são ” usados “
Com perguntas que provocam discussões para saber quem é o melhor.
No evangelho de Marcos 9.33-37, a Bíblia mostra que os discípulos de Cristo ameaçaram cair na tentação da competitividade. Eles queria saber quem era o maior. Jesus, então, chamou uma criança, símbolo da simplicidade e humildade, e a colocou no meio deles, advertindo-os contra a grandeza e altivez. Mais adiante, no capítulo 10.15-16, Jesus afirma que aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira nenhuma poderá entrar nele.
Em vez de querer ser o maior, deixe cristo aparecer na sua vida. Faça tudo para glória do nome do Senhor.

Cobiça:

A cobiça é outra tentação do magistério cristão. É característica preponderante daquele que é ávido pelo o que é de outrem. É um desejo imoderado. Um dos mandamentos da Carta Magna de Deus para o seu povo é: ” Não cobiçarás “, Ex 20.17. O salmista ora a Deus, pedindo-lhe que o livre desta tentação: ” Inclina o meu coração aos teus testemunhos e não à cobiça.”, SL 119.36.
Entre os males que tem permeado os ensinadores cristãos encontram -se a cobiça e a concupiscência. Apostolo Tiago diz que: ” Cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte”, ( Tg. 1. 14-15 ).
O cobiçoso é invejoso, não se contenta com o que tem, e muitas vezes usa o espaço da Palavra para derrubar o seu colega de magistério. Usa a lição como pedra para atirar contra outro, de quem está cobiçando o cargo.
O ensinador cobiçoso trás consigo um grande problema – é um verdadeiro semeador de contendas, que não está preocupado com os prejuízos que vai causar à Obra do Senhor. Para chegar ao cargo almejado, faz o que for preciso, não medindo conseqüências.
O professor deve entender que o seu magistério cristão é diferente do secular. Precisa da aprovação divina. O seu ensinar deve ser ungido, cheio da graça de Deus. Se o mestre entrar pelo caminho da cobiça, simplesmente o Espírito Santo se afastará, e a sua mensagem será de um formalista, sem a unção divina.

Ameaça e ciúme

Quando o ensinador sente o seu magistério por alguém que chegou de outro lugar e que, aparentemente tem maior conhecimento é tentado a pensar: “Este que acabou de chegar pode tomar o meu lugar”.A partir daí, surgem as retaliações e esse professor lança defeitos sobre o novo colega. O ciúme vem à tona e tudo o que ele puder fazer para impedir o desenvolvimento do irmão, fará.
Sentir-se sobre ameaça também traz problemas ao magistério. O professor querendo resguardar o seu espaço, começa a murmurar e até mesmo a denegrir a imagem do outro professor que, aparentemente, é o seu concorrente.
Isto ocorre quando falta a convicção da chamada de Deus, convicção de conhecimento e firmeza naquilo que sabe. Falta a simplicidade. Falta o exercício da Palavra de Deus que orienta a aprender uns com os outros e a considerar os outros superiores a si mesmo.

O professor deve entender que Deus o chamou para este ministério, e vai ajudá-lo até o fim. Quando aparecer alguém que, supostamente, seja uma ameaça ao seu magistério, não se preocupe, antes faça tudo para se chegar a essa pessoa e partilhar dos conhecimentos e experiências divinas.
Procure adequar os seus conhecimentos à nova realidade. Busque a convicção do que você é, e tenha humildade de continuar no ciclo ensino- aprendizagem.
Ao te sentires ameaçado, procure o diretor geral da ED, o Mestre dos mestres, e Ele te dirá que a seara é grande e há poucos trabalhadores.

Desmotivação

A falta de motivação contribui-se num grande inimigo do professor, pois o leva a subestimar a classe, desconsiderar a necessidade de crescimento intelectual e pontualidade, a definição de objetos e a sensibilidade para com a importância do ensino.
O professor não deve esperar motivações externas. Ele deve ter em si mesmo uma fonte motivadora, que o leve a traçar metas e a lutar para alcançá-las. O profeta Isaías declara no capítulo 44 versos 2 e 3: “Assim diz o SENHOR que te criou, e te formou desde o ventre, e que te ajudará: Não temas ó Jacó, servo meu, e tu, Jesurum, a quem escolhi. Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade e a minha benção sobre os teus descendentes”.

Um professor que busca motivação nas fontes de Deus, transmitirá entusiasmo e estimulo aos seus alunos, produzindo um ambiente de muita criatividade e desenvolvimento.Polivalencia

A polivalência é um tanto prejudicial ao ensino. Ela impede o aprofundamento do professor nas disciplinas que leciona. A questão é que por falta de professores, alguns assumem várias disciplinas, mesmo sem terem o devido conhecimento para ministrá-las. Isso, no mínimo, vai produzir um ensino raso e e inconsistente, além do perigo de se deyurpar completamente o sentido de determinados assuntos. O professor cristão, assim como todo bom profissional, deve ter afinidade com aquilo que faz, conhecendo a fundo a sua tarefa.

Como evitar as tentações?

É urgente a necessidade de não deixar que tais tentações minem o ensini na Escola Dominical. Assim, relacionamos algumas formas de evitá-las:

Oração

A oração é a chave do dia e o ferrolho da noite. É a comunhão da alma de um cristão faminto por mais de Deus. O professor que se dedica à oração tem um poder secreto que o guarda na hora da tentação. Blaise Pascal disse: ” Nunca o homem é tão grande como quando está de joelhos “. Portanto curve-se ante o Poderoso e Ele te abençoará.

Vigilância

” Se o mal não vem, a posto sentinelas! Serpentes há, rondando as florações mais belas!” Estas palavras proferidas por Stela Dubois revelam a necessidade do professopr cristão ficar alerta para as sorrateiras tentações que ameaçam o seu ministério. “Prática da vigilância cria no homem o hábito da vida interior e a necessidade de fazer passar todas a suas obras sob os olhares da consciência” , expressa Charles Wagner.
Vigie e não deixe que roubem a maior virtude de um professor: a simplicidade.

A convicção da chamada

É necessário que se esteja convicto da chamada de Deus para realizar a inenarrável obra do ensino bíblico. É indispensável que sejamos guiados pela bússola da convicção. Certa vez, Mirabeu, quando estava ouvindo um discurso de egrégio Robespierre, segredou a um amigo que estava ao seu lado: “Este homem vai longe: ele acredita em tudo que diz”.
Tenha convicção na vida. Tenha certeza de sua chamada. Tenha segurança da mensagem que transmites. Quem tem convicção pode até vergar, mas jamais quebrará.

Preparo

Para ensinar há uma formalidade a ser cumprida: o saber. Deus não se agrada de tolos que por ambição se engajam no santo ministério do ensino, totalmente despreparados. Seja um amante dos livros. Saiba que os livros dão conselhos que os amigos não se atreveriam a dar. E, acima de tudo, ame o Livro dos livros – a Bíblia Sagrada.
Coloque o mestre dos mestres como a razão primária da vida no magistério cristão, e deixe que toda a glória, honra e louvor sejam exclusivamente Dele.
O primeiro está acima de todos, inclusive de você. Por isso, quem coloca Cristo em primeiro lugar não se deixa levar pelas tentações que se apresentam para minar, e até mesmo para impedir, o avançar da caminhada na obra do SENHOR.

Confia no SENHOR e não temas, vá em frente e cumpra o seu ministério. Em Colossenses 4.7, está escrito: ” Atenta para o ministério que recebeste no SENHOR, para que o cumpras”.

Ensinador Cristão – CPAD

Assembléia de Deus do Retiro – Volta Redonda – RJ

http://www.adretiro.com.br

ENSINANDO PARA TRANSFORMAR O CARÁTER

ENSINANDO PARA TRANSFORMAR O CARÁTER

Quando alguém se refere a um aluno como “uma peça rara”, de um jeito ou outro, você pode aguardar algo extrordinário. Você antecipa que algumas características marcantes desse aluno afetarão sua classe ou a escola, de alguma forma.
De fato, nosso caráter simboliza um conjunto de qualidades que nos caracterizam e diferenciam. Muito de nosso esforço educacional é dedicado em treinar as criancas para mudar o ponto de referência de si mesmas para a vida e interesse do próximo. A escola cristocêntrica, no entanto, tem seu ponto de referência no reconhecimento, seja por palavras, seja por ação, de que Cristo é a fonte e a reflexão de toda a sabedoria e conhecimento. Por conseguinte, o caráter de Cristo torna-se o modelo para o desenvolvimento do caráter na escola cristã.
Como estamos educando nossos alunos de maneira que reflitam, cada vez mais, as “singulares qualidades” de Cristo? Essa pergunta deve servir de base para todo o nosso ensino e prática. A resposta a essa pergunta deve, portanto, estar manifesta em todas as disciplinas e atividades da nossa escola. Com qual propósito? Com o propósito de que nossos alunos, revestidos do caráter de Cristo, transformem nossa cultura – uma vida de cada vez.
A educação cristã não existe para isolar as crianças de um mundo inconstante e assustador, mas seu propósito principal é equipá-las para buscar e revestir-se do caráter de Deus, para ser sal e luz num mundo decadente e tenebroso. Nossas escolas existem para preparar jovens para o reino do céu e para o mercado de opiniões, com o propósito de cumprir a obra de nosso Pai celestial, colaborando com Ele em Seu grande plano.
Que Deus o capacite e lhe conceda sabedoria nesse ano, ao discipular jovens e crianças que se tornarão verdadeiras “peças raras” de Cristo, e que transformarão o mundo para a glória de Deus.
Ken Smitherman
Presidente da ACSI

Como envolver a Escola Bíblica Domical (EBD) na Campanha missionária de sua igreja

Autor: Nilcilene Figueira


Você, diretor da Escola Bíblica Dominical, tem hoje o privilégio de estar à frente da maior organização da igreja. Este privilégio dado por Deus é também uma oportunidade de participar diretamente da execução do programa missionário de sua igreja. Já pensou nisto? Com isto, você estará ajudando a salvar vidas em várias partes do planeta, e isto é um trabalho que não tem preço. Anunciar a glória de Deus às nações é algo que vai mexer com sua vida. Se estás disposto a colaborar com o Deus missionário, que quer buscar pessoas de todas as raças, tribos e nações para completar seu maravilhoso povo, convoque seus liderados e comece agora a trabalhar.

Você pode se preparar

Buscando o Deus de missões para saber o que Ele quer que você faça em colaboração com o seu maravilhoso plano de salvar a humanidade.

Orando a Deus pedindo a orientação por toda a programação da campanha.
Informando-se sobre a realidade espiritual e material dos diversos povos do mundo.

Refletindo sobre a realidade de vidas sem Jesus.
Lançando desafios que levem seus liderados a se envolver com a evangelização dos povos.
Aprendendo sobre fatos acontecidos nos campos, lendo literaturas sobre o assunto.

Comprometendo-se a orar e a sustentar financeiramente um missionário. Além de sua colaboração como membro do corpo de Cristo ser imprescindível, ela será um grande estímulo para que seus liderados queiram se engajar em missões.

Realizando todo o trabalho na dependência de Deus. Trabalhe para que esta campanha seja a melhor de todas as que sua igreja já realizou. A oração será sua principal arma contra o desânimo e a principal ferramenta para despertar seu grupo para os desafios do mundo perdido.

Trabalhando sempre ao lado do pastor. Seja um fiel colaborador de quem vai estar liderando a Campanha Missionária em sua igreja. Missões é uma obra de parceria.

Montando uma equipe para apoiá-lo neste trabalho. Os outros líderes poderão auxiliá-lo no planejamento e execução do programa de missões. Eles deverão participar das reuniões de planejamento e estar bem informados do que vai acontecer.

Traçando alvos claros e alcançáveis para seus liderados. Trabalhe dentro da realidade de seu grupo, mas não deixe que os obstáculos desanimem seus liderados.

Planejando as atividades com antecedência. Selecione as informações que serão apresentadas. Escolha as pessoas que irão participar, orientando-as no preparo do material e nas informações.

Convocando à participação cada membro de sua organização, além dos líderes. Estimule cada irmão a participar. Seja criança ou adulto, empresário, profissional liberal, estudante, simples trabalhador, dona de casa ou aposentado, todos são importantes e devem colaborar com a evangelização do mundo.

Escolhendo as atividades que serão realizadas no período. Selecione as que mais se adaptam à realidade de seus liderados. Seja flexível para fazer as mudanças necessárias. Há sugestões de cultos e programas para todas as idades.

Você pode despertar a EBD para a Campanha Missionária

Propagando. Este é um dos segredos do sucesso de qualquer empreendimento que queira envolver pessoas. Para realizar uma campanha que estimule cada segmento da sua organização, é preciso que uma boa divulgação seja realizada. Anuncie, convide, faça cartazes e bilhetes, telefone, use todos os meios de comunicação possíveis. Deixe que todos fiquem curiosos e empolgados com o que vai acontecer.

Esclarecendo o que a EBD irá realizar no período. Se possível, coloque informações sobre a Campanha Missionária no boletim dominical. Explique claramente os objetivos traçados. Prepare o povo para este período. Diga o que você espera deles. Ninguém deve ficar sem saber do assunto.

Você pode desenvolver um programa missionário que dê resultados

Abertura da Campanha Missionária – Escolha uma atividade que possa abrir a campanha em sua organização. Música, poesia, jogral, teatro, testemunho, vídeo são boas opções.

Encerramento da Campanha Missionária – Com o mesmo cuidado, prepare uma atividade inspiradora para finalizar a campanha. Algo que fique na memória e no coração.

Tema e divisa da Campanha Missionária – Na reunião geral e nas reuniões separadamente, é importante que estes ítens sejam sempre lembrados.

Músicas que enfoquem missões – A cada reunião dominical, cante músicas com temas missionários. Convide pessoas ou grupos para cantar músicas sobre o tema. Cante o hino “Ide e Pregai” e outros da Coletânea Missionária (JMM).

Programa de Adoção Missionária – Se a sua igreja ou organização ainda não é participante de um Projeto de Adoção Missionária, explique como ela poderá se integrar a um programa deste. Lance desafios para que as pessoas tenham a oportunidade de colaborar financeiramente, a cada mês, do sustento de um missionário.

Alvo financeiro – Estimule cada família da EBD a estipular um alvo financeiro para missões.

Alvo de oração – É importante que seus liderados sejam desafiados a fazer um alvo de oração em favor de um missionário ou país. Ofertar e orar são duas formas de colaboração imprescindíveis para que a obra prossiga.

Painel de ofertas – Monte um painel. Coloque-o num lugar de destaque e, a cada domingo, acompanhe o alcance do alvo financeiro estipulado.

Flashes missionários – Se o grupo se reúne para dar abertura ao programa, ou para encerrá-lo, aproveite para realizar pequenos flashes missionários.

Experiências missionárias – Escolha experiências que valham a pena ser compartilhadas. Peça a alguém para memorizá-las e contá-las aos grupos reunidos.

Entrevista missionária simulada – Escolha uma entrevista em alguma revista missionária e apresente-a para todo o grupo. O entrevistado poderá vestir-se de acordo com o país focalizado.

Cantinho missionário – Escolha um país onde há missionário de sua igreja ou organização e monte uma exposição missionária com fotos, cartazes, trajes típicos, informações culturais e cartas missionárias. Se sua igreja adota algum missionário, este poderá ser o tema da exposição.

Videoconferências Missionárias – Planeje encontros para a exibição dos vídeos nas classes da EBD. Faça uma reunião geral ou em pequenos grupos. Após a exibição do vídeo, estimule o grupo a refletir sobre o tema apresentado.

Carta para o missionário – Forme grupos pequenos e estimule-os a escrever uma carta para um missionário. Procurar a listagem dos missionários na sua igreja ou organização.

Ligação telefônica para o missionário – Planeje uma ligação telefônica ao missionário adotado por sua igreja ou organização. Faça contato.

fonte: http://www.biblianet.com/escola/ebdmat.asp?artigo=6

Acesso

Agradecemos a todos os internautas pelos inúmeros acessos que este site tem recebido.

já estamos preparando os subsídios para a próxima lição.

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