A origem do Universo – 3

Fonte: www.cpad.com.br

Leitura Bíblica em Classe

Sl 19.1-6; 136.3,5-9; Hb 11.3

Esboço da Lição

Introdução

I. A grandeza do Universo

II. O que diz a Bíblia sobre a origem do universo

III. O que diz a verdadeira ciência

Conclusão


Tema deste Subsídio

A Criação do Universo segundo o relato de Gênesis

Autor

Esdras Costa Bentho

Palavras- Chave

Criação; Criacionismo; Hexaémeron; Teoria da Lacuna; Mitos babilônicos.

A criação (1-2).

O capítulo 1 do livro de Gênesis está distribuído em oito parágrafos principais: 1.1-2; 3-5; 6-8; 9-13; 14-19; 20-23; 24-25; 26.31. A ênfase característica de cada uma dessas unidades é o poder criador de YaHWeH. Deus é o agente ou o sujeito ativo na criação: “No princípio, criou Deus”, Ele cria através de seu poder “os céus e a terra”, por esta razão Deus é designado pelo nome de Elohim, que significa “O Forte”, “Líder Poderoso” ou “Deidade Suprema”. Seu ato criador está em seu poder (Elohim), pelo qual os céus e a terra vêem a existência sem qualquer matéria existente. Os termos hebraicos que designam a atividade criadora e ressaltam a onipotência de Deus além de bara é ‘ãsâ, isto é, “fazer” e yasar “formar”. A imagem metafórica que é expressiva da ação criadora é o “Deus Oleiro”.

As etapas da criação

         As etapas da criação são chamadas em grego de hexaémeron, isto é, a obra dos seis dias, pois descreve a criação do mundo em seis dias, conforme uma ordem claramente traçada.        A narração desses seis dias criacionais está disposta de forma lógica e simétrica com propósito religioso e não científico. O autor apresenta o texto em quatro fases: a obra da criação, de distinção, de ornamentação e de consumação.

1. Obra da Criação (1.1,2):

Nessa etapa o autor apresenta como Deus criou a matéria em estado caótico, o caos primitivo, de onde aos poucos havia de tirar ou distinguir as diversas regiões do mundo; esse caos constava de uma massa de terra (“a terra informe e vazia” [1.2]), envolvida de águas (“abismos”, “águas”) sendo tudo isso cercado de trevas (1.2). Após esses eventos é que decorre o hexaémeron, ou a obra dos seis dias: obras de distinção e de ornamentação.

1.1.        A Teoria da Lacuna:  A teoria da lacuna foi proposta inicialmente por C.H.Pember em 1876, na obra “As Idades mais Remotas da Terra e a Conexão delas com o Espiritualismo Moderno e a Teosofia”. A teoria que afirma que entre o versículo 1 e 2 do primeiro capítulo de Gênesis existe uma lacuna onde existiu uma raça pré-adâmica e onde foi a habitação original dos homens pré-históricos e dos antigos dinossauros, foi popularizada depois pela Bíblia de Referência de C.I.Scofield em 1917, mais tarde pelo pentecostal assembléiano Finis Jennings Dake em sua Bíblia de estudos anotada “Dake’s Annotated Reference Bible” e no Brasil por Lawrence Olson em sua obra “Plano Divino Através dos Séculos”.  Segundo Pember e seus seguidores em Gênesis 1.1 Deus criou o universo completo e perfeito, e Satanás era o arcanjo que habitava e governava essa Terra pré-adâmica, um reino originalmente perfeito. Então, Satanás e os habitantes pré-adâmicos dessa Terra se rebelam contra o Criador de todas as coisas, de tal forma que ele e a primitiva população foram amaldiçoados e destruídos por uma inundação. Segundo os defensores dessa teoria os resultados dessa inundação são vistos em Gênesis 1.2. Alegam ainda que a expressão “sem forma e vazia” quer dizer “tornou-se sem forma e vazia” aludindo a expansão arruinada e devastada como resultado de um julgamento e que deve, portanto, ser interpretada como “uma ruína e uma desolação”.

Entretanto, a teoria da lacuna apresenta várias fragilidades. Entre elas podemos citar aquela que está relacionado à língua hebraica. Primeiro, a gramática hebraica não permite uma lacuna de milhões ou bilhões de anos entre os dois primeiros versículos de Gênesis. O hebraico tem uma forma especial, que indica seqüência e introduz aquela forma a partir de 1.3. Nada indica uma falta de seqüência entre 1.1 e 1.2; pelo que, os versículos devem ser interpretados em seu sentido óbvio e próprio. “O céu e a terra” é uma expressão consagrada em hebraico para designar o universo (Gn 2.1,4; 11.19,22; Sl 68.35; 114.15). O versículo 1 e 2a descreve o estado em que se achava o universo nos seus primórdios: a terra, informe e vazia (tohu-wa-bohu), era toda recoberta de águas (tehom, abismo cheio de águas), sobre as quais se estendia as trevas. 

Em segundo lugar o autor sagrado falava de acordo com os matizes de seu tempo, para significar que anteriormente à ordem e à harmonia existentes no mundo, havia, de fato, o caos; este, porém, não constava de deuses ou monstros mitológicos como se costumava pensar na cultura mesopotâmica dos quais um teria suplantado os demais e plasmados tanto o mundo visível como o homem; constava, ao contrário, dos elementos mesmos do mundo atual, os quais não tem existência indefinida nem eterna (como eterno é o único verdadeiro Deus), mas foram tirados do nada por um Criador. E, para descrever essa matéria dependente do Senhor, o hagiógrafo usou de termos que tinham ressonâncias nas mitologias orientais, onde significam divindades: assim bohu (vazio), lembrava Baaú, O caos personificado dos Fenícios; tehom (abismo oceânico, águas), o monstro Tiamat dos Babilônicos; tais divindades pagãs eram sutilmente apresentadas pelo hagiógrafo como meras e impotentes criaturas.

Quanto ao estado preciso em que Deus suscitou a matéria, quanto às idades geológicas que esta atravessou, o autor nada quis dizer, pois isto é do domínio científico e não interessava diretamente a finalidade religiosa do livro sagrado.

Portanto, a teoria da lacuna, apresenta-se como uma teoria débil, sem qualquer valor teológico ou bíblico. Entre as diversas considerações do teólogo Willmington sobre a teoria em apreço ele conclui afirmando que ela não é científica, não é bíblica e não é necessária.

O Tríplice Problema da Teoria da Lacuna

NÃO É CIENTÍFICA Foi um intento do cristianismo de reconciliar o relato da criação com os longos períodos geológicos da teoria da evolução. A evolução, porém, não é científica e contraria a segunda lei da termodinâmica.
NÃO É BÍBLICA A teoria descreve Adão andando sobre um grande cemitério de animais fossilizados, além é claro de admitir uma raça pré-adâmica.
NÃO É NECESSÁRIA A interpretação mais natural de Gênesis 1.1,2 é tomada pelo seu valor literário e próprio, sem qualquer acréscimo ou subtrações.

Gênesis 1.1 é uma declaração resumida da criação:

No versículo 1 diz o que Deus fez;

No versículo 2 nos diz como foi feito.

 

Obra de distinção:

         Estabelece as três regiões do mundo que a cosmologia judaica admitia, três regiões que correspondem exatamente aos três elementos caóticos sobrepostos (trevas, águas, terra).

No primeiro dia (1.3-5), constitui a região dos céus. Deus age sobre  a camada superior do caos, restringindo a duração das trevas; estas deverão, a intervalos, ceder À luz. Eis a primeira distinção: a de trevas e luz, dia e noite, que sucederão no domínio do mundo;

No segundo dia (1.6-8), constitui-se a região das águas. Deus intervém agora na segunda camada do caos, ordenando que parte das águas se transfira para a região do céu, onde é guardada em reservatórios especiais; entre águas do céu e águas da terra o Senhor cria uma abóbada aparentemente sólida, chamada o firmamento. São as águas do céu que por meio de canais caindo sobre a terra, produzem chuva, nevem geada, etc. (cf. Jó 38.37);

No terceiro dia (1.9-13), o Criador atinge a terra, recolhendo as águas que ainda a recobrem em lugares próprios, que são os mares e os rios (cf. Jó 38.11). A terra, ao aparecer, é logo revestida de plantas. O fato de que judeus concebiam vegetação como forro da terra, explica que a constituição da terceira região devia compreender duas obras: a produção da terra nua, arcabouço, e ao seu estrado verde aderente. 

Obra de Ornamentação

         Assim concluído a formação as três regiões do mundo nos três primeiros dias (obra de distinção), o hagiógrafo mostra como o Criador, nos três dias seguintes, deu a cada uma os seus habitantes ou a sua ornamentação; estes habitantes, sendo todos móveis, formam como que um magnífico exército, sempre pronto a executar as ordens do seu Senhor, como se diz em Gênesis 2.1: “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército”. Portanto:

a)      Na região do céu, Deus colocou os astros nos quais grande quantidade de luz se concentrou (4º dia; 1.14-19); à distinção feita no primeiro dia entre dia e noite, correspondem agora o sol, que rege o dia; a lua e as estrelas, que regem a noite;

b)      Na região das águas, o Senhor estabeleceu os monstros marinhos, os peixes e os voláteis (os quais povoam o ar, espaço entre as águas inferiores e superiores), (5º dia; 1.20-23);

c)       A região da terra começou a ser habitada pelos demais animais e pelo homem, que é a coroa da criação, destinado a dominar o mundo terrestre (6º dia; 1.24-31). Por fim, aos animais e ao homem foram dados como alimento os vegetais oriundos no terceiro dia, o que estabelece perfeita correspondência entre as obras do terceiro e do sexto dia.

d) Obra de Consumação

Tal qual a obra da criação (1.1-2), diz respeito ao mundo inteiro: o autor refere que Deus descansou de todas as suas obras e abençoou o sétimo dia de descanso (2.1-3).

         

Segundo as Escrituras a criação ocorreu em seis dias sucessivos:

Dia Texto Tema
Primeiro Dia (1.2-5): Criação da Luz
Segundo Dia (1.6-8): Separação das Águas
Terceiro Dia (1.9-13): Criação da Vida Vegetal
Quarto Dia (1.14-19): Criação do Sol, da Lua e das Estrelas
Quinto Dia (1.20-23): Criação dos Peixes e das Aves
Sexto Dia (1.24-31): Criação dos Animais da Terra e do Homem
Sétimo Dia (2.1-3): Deus Descansa

Uma minuciosa investigação revelará que as duas palavras forma e vazia, são os conceitos precípuos da história da criação. Os atos do 1º, 2º e 3º dia ocupam-se especificamente do verbo formar, enquanto o 4º, 5º e 6º dia do conteúdo pleno dessa forma.

FORMA CONTEÚDO PLENO
  Dia Luz e Trevas 4º Dia Luzeiro do Dia e da Noite
  Dia Mar e Céus 5º Dia Criatura das Águas e dos Ares
  Dia Terra Fértil 6º Dia Criaturas da Terra

Existe uma grande simetria entre o 3º e o 6º dia, pois se referem a produção de dois, e não de um só gênero de criaturas. Oito são, pois, as produções ou obras que o hexaémeron (procedente de três termos: hex (seis); heméra (dia) e érgon (obra). Literalmente obra dos seis dias) narra distintamente.

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Sobre Editor
Valmir Nascimento Milomem, Graduado e pós-graduado em Direito. Colunista do CPADNews.com.br

16 Responses to A origem do Universo – 3

  1. Cesar Grossmann disse:

    A teoria da evolução não contraria a ciência, e não contraria as leis da termodinâmica. A segunda lei da termodinâmica diz que em um sistema fechado a organização da matéria tende a diminuir, mas a Terra não é um sistema fechado, ela recebe energia do Sol. Então afirmar que a teoria da evolução contraria as leis da termodinâmica é um erro.

  2. Webmaster disse:

    Cesar, dê-nos um exemplo de sistema fechado…

  3. Webmaster disse:

    Carlos,
    Qual a distinção conceitual entre sistemas fechados e abertos, e quais os exemplos?

  4. Cesar Grossmann disse:

    Talvez o Universo inteiro seja um sistema fechado. Não sei se algum outro sistema pode ser considerado fechado. A Terra com certeza não é um sistema fechado, a energia que recebemos do Sol é muito grande para que seja desconsiderada. Há uma discussão sobre as leis da termodinâmica, evolução e criação em http://www.geocities.com/gilson_medufpr/termo.html

  5. Webmaster disse:

    Cesar,
    Se a terra não é um sistema fechado como vc mesmo diz, e se, o Universo é um sistema fechado… como foi possível a elaboração da lei da termodinâmica…se a terra não é um sistema fechado? como os cientistas chegaram a tal conclusão, posto não poderem realizar tal experiência de comprovação?! E lembremos…a lei da entropia não é teoria…

  6. Cesar Grossmann disse:

    O assunto é bastante extenso para tratar em uma troca de mensagens no blog. Primeiro, é preciso entender o que é uma lei e o que é uma teoria, pois está parecendo que uma teoria é algo sem comprovação, quando na verdade é o contrário, é algo que tem comprovação.

    Segundo, para determinar se um sistema é fechado ou não, não se faz uma experiência, examina-se os limites do sistema. Suponha uma bolha fechada envolvendo todo o planeta Terra. O que atravessa esta bolha? Temos toneladas de meteoritos caindo todos os anos, e temos a radiação solar. Então existe matéria e energia atravessando as fronteiras do sistema, o que nos permite concluir que não se trata de um sistema fechado. Tomemos os seres vivos como um sistema. Para que você permaneça vivo, você respira, bebe água, se alimenta, e precisa excretar os restos dos processos metabólicos do teu organismo, sem falar que tua pele descama, teus cabelos caem, a pele produz óleos, e a todo momento estamos perdendo água na forma de evaporação. Não somos, então, sistemas fechados.

    Quem estudou a cadeia alimentar sabe que os organismos podem ser classificados entre produtores e consumidores. Mas os produtores não produzem “do nada”, eles utilizam-se da matéria que os envolve, e da energia que recebem do Sol ou de outra fonte de energia (como os vermes que vivem no fundo do oceano, em chaminés vulcânicas, longe do Sol). Então os seres vivos não estão em um sistema fechado, existe um contínuo afluxo de energia vinda do Sol.

    Para finalizar, se você está interessado em como as leis da termodinâmica foram elaboradas, sugiro procurar um bom livro de física. Se você é como eu, gosta de ler alguma coisa on-line, eu encontrei o seguinte link, acho que pode ajudar:

    http://molecularium.net/molecularium/pt/histerm/index.html

    Há uma boa introdução sobre termodinâmica no site do Imperdível:

    http://www.feiradeciencias.com.br/sala17/17_09.asp

  7. Cesar Grossmann disse:

    Há um bom artigo introdutório sobre ciências também no Imperdível:

    http://www.feiradeciencias.com.br/sala19/texto49.asp

  8. Me dá pena ao ouvir o que muitos afirmam: que o espaço compreendido entre o primeiro versículo (Gen 1.1- início do 1º dia) e Gen. 1. 14 a 19 (4º dia – criação do Sol, da Lua e das Estrelas) com o 6º dia com a criação do Homem (Gen 1. 24-31, pode ter durado milhões ou bilhões de anos, isso na verdade não interessa muito, interessa mesmo é que tenhamos consciência de que no momento que o Senhor Deus soprou nas narinas do Homem, naquele exato momento fica marcado o inicio de todas as coisas, pois naquele instante é criada a consciência humana, o homem passa a conhecer todas as coisas que o Todo Poderoso acabara de criar, tais como: o tempo, o espaço físico, o espaço de tempo, a inércia, o inanimado, o movimento, a velocidade, todas as Teorias, a Teoria da Relatividade e etc e tal, tudo isso está alojado agora em sua mente, as datas estão agora sendo sintetizadas em sua calota craniana, o tempo, o limite, as dimensões das coisas visíveis estão sujeitas à sua vontade, porque ele (o homem) fora criado e nascera neste instante, comparado a eternidade do Senhor Deus foi a menos a fração de segundos – prefiro ficar como aconselha o Pregador em Eclesiastes 12. 13 e 14 “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo que está encoberto, quer seja bom quer seja mau”.

  9. Me dá pena ao ouvir o que muitos afirmam: que o espaço compreendido entre o primeiro versículo (Gen 1.1- início do 1º dia) e Gen. 1. 14 a 19 (4º dia – criação do Sol, da Lua e das Estrelas) com o 6º dia com a criação do Homem (Gen 1. 24-31, pode ter durado milhões ou bilhões de anos, isso na verdade não interessa muito, interessa mesmo é que tenhamos consciência de que no momento que o Senhor Deus soprou nas narinas do Homem, naquele exato momento fica marcado o inicio de todas as coisas, pois naquele instante é criada a consciência humana, o homem passa a conhecer todas as coisas que o Todo Poderoso acabara de criar, tais como: o tempo, o espaço físico, o espaço de tempo, a inércia, o inanimado, o movimento, a velocidade, todas as Teorias, a Teoria da Relatividade e etc e tal, tudo isso está alojado agora em sua mente, as datas estão agora sendo sintetizadas em sua calota craniana, o tempo, o limite, as dimensões das coisas visíveis estão sujeitas à sua vontade, porque ele (o homem) fora criado e nascera neste instante, comparado a eternidade do Senhor Deus foi menos que uma fração de segundos – prefiro ficar como aconselha o Pregador em Eclesiastes 12. 13 e 14 “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo que está encoberto, quer seja bom quer seja mau”.

  10. vinicius disse:

    eu queria saber o que deus siz no primeiro capitulo de genises

  11. Robson disse:

    Queridos, sou evangélico mas me entristeço em ver o medo que nós temos da ciência. É puro preconceito. Não chegará o Dia do Senhor sem que tudo seja explicado, inclusive cientificamente. O Genêsis, apesar de inspirado por Deus, foi escrito por um ser humano que só podia usar as palavras e os conceitos que tinha do mundo e Deus. Ele nunca poderia falar em entropia, big bang, DNA, etc. Assim, com a linguagem que tinha a disposição escreveu o que lhe era inspirado pelo Espírito Santo. O incrível é que, deixando o preconceito (científico ou religioso) de lado, verificamos que não há uma verdadeira contradição entre a ciência e o Gênesis. O Evolucionismo, ao contrário do que se prega nas igrejas, não é contrário ao criacionismo. Da mesma forma, a 2a Lei da Termodinâmica não impede o evolucionismo. Primeiro, porque é necessário que haja alguma entropia para que a vida seja possível. è esta “desordem” termodinâmica que permite a vida. Em um sistema em que não haja qualquer entropia não haverá possibilidade de vida. Ilustremos da seguinte forma, cada molécula ou partiícula do sistema é um tijolo. A total ausência de entropia, ou seja, a total “ordem” não seria uma casa, mas uma pilha de tijolos perfeitamente encaixados um ao outro da forma mais geométricamente perfeita: Um cubo ou outro tetraedro qualquer. Não ghaveria qualquer espaço entre eles. Pergunto, seria possível a vida humana (habitação) neste “sistema”. Obviamente seria necessário que os tijolos saíssem da ordem total. Aumentando-se a entropia seria possível dispo-los de forma a tornar possível a habitação humana.
    Isso é o que foi feito por Deus. Não há coincidência capaz disso. Einsten mesmo admitiu que é muito mais aceitável a estruturação do Universo por um Deus criador do que pela impossível coincidência necessária para tanto.
    Deus vos abençoe.

  12. Como que eu vou dar essa aula Jesus !!!???

  13. Samuel Pelegrini disse:

    Caro Cesar Grossmann,

    Gostaria de entrar em contato com você, se possível, para conversarmos a respeito do assunto da suposta ida do homem à Lua, de acordo com o que você discorreu em seus comentários no site da Folha (http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u595652.shtml).

    Lá você afirma o seguinte:

    “O triste é que os que acreditam que foi tudo uma fraude não estão interessados em provar que foi uma fraude. Eles não estão interessados REALMENTE em saber a verdade. É tudo uma brincadeira intelectualmente desonesta.”

    Eu não acredito que tudo foi uma farsa, eu tenho plena certeza, absoluta, de que tudo foi uma farsa e ESTOU SIM interessado em REALMENTE SUSTENTAR a verdade – não diria “saber a verdade” porque já sei, antes também defendia a “verdade oficial” como você, e analisando as imagens e fotos depois vi que nossos avós não eram tão ingênuos assim quando contestavam – e com muita seriedade, muito ao contrário de uma “brincadeira intelectualmente desonesta”.

    Não duvido que a NASA tenha condições de mandar pessoas ao espaço e que possa realmente ter realizado missões até a Lua, mas o que eu asseguro com provas contundentes e pretendo sustentar até mesmo à custa da minha própria vida, se preciso for, é que AQUELAS IMAGENS E FOTOS QUE ELES MOSTRAM PARA O MUNDO ATÉ HOJE COMO SENDO DE UMA SUPOSTA IDA À LUA, QUE AGORA ESTÃO DE MANEIRA MUITO PUERIL COMEMORANDO, SÃO ABSURDAS (PARA NÃO DIZER RIDÍCULAS) FRAUDES.

    Você me parece uma pessoa gabaritada no assunto e que realmente procura a Verdade, e se houver possibilidade de um diálogo, eu gostaria muito de realizá-lo.

    Como os comentários são antigos, não sei se você ficará ciente desse meu convite. Mas, se qualquer um interessado na Verdade puder auxiliar para que esse contato ocorra, agradeço desde já, de coração.

    “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.”

    Eu sou aquele que devorou o livrinho e deve continuar a profetizar. Aquele que tiver discernimento para compreender estas palavras, que compreenda.

    Em verdade, esse ano de 2009 não passará antes que as estruturas da mentira sejam abaladas. Eu venho em Nome do Senhor, que me disse: “Do Espírito já conhece, porém, vá até os homens da ciência e dirija-lhes estas palavras: ‘Na Ciência fundamentada na Verdade repousa a chave libertadora’, e os convencerá de tuas palavras verdadeiras com serenidade, e Eu mesmo testificarei a ti por tudo quanto disseres. Vá em Paz e não temas. Eu Sou o Senhor.”

    É em Paz, em Nome do Senhor, que eu venho.

    Aguardo, se possível, um retorno.

    Sinceramente, com Amor,

    Samuel

  14. Samuel Pelegrini disse:

    Apenas um complemento às minhas palavras:

    Nasa apagou fitas originais da ida à Lua

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u596323.shtml

    Para os que amam a Deus, ficam aqui minhas palavras não cifradas: 1969 = 666 (dois noves – que são dois seis invertidos – mais o seis normal – onde há presença do 666 envolvida, há atividade da Besta). A FARSA da NASA e do Governo Americano junto ao Governo Paralelo do mundo é parte do Anticristo. Obama é parte do Anticristo em sua consumação final: Sai Bush, mundialmente tido como um homem mau, e entra Obama, que em muito não se difere dele, porém, que vem em “pele de ovelha”, cultivando a simpatia de todos. Nostradamus havia predito assim, de modo que condiz com as Revelações de João: “MABUS será o nome” – “MA” de OsaMA (personagem do próprio governo americano) e ObaMA, e “BUS” de BUSh. Vice de Obama: Joe Biden. Qualquer semelhança com Bin Laden (personagem da própria conspiração governamental anticrística) – Bi(n)(La)den – NÃO é mera coincidência. Vide vídeos sobre a farsa do 11/09 e da ida à Lua (http://www.youtube.com/watch?v=2jevOj3Qh-w e http://www.youtube.com/watch?v=A6MvcIs4OcQ).

    1999 também contém o 666 embutido, invertido, e justamente em 1999 armaram todo o atentado do 11/09, que ocorreu 2 anos depois, como podemos ver em evidências deixadas sublinarmente em em filmes, como Matrix, por exemplo, de 1999 mesmo, em que o passaporte do protagonista Neo vence justamente no dia 11/09/2001…

    Assim como 1969, 1999 também foi um ano crucial para o Anticristo dar prosseguimento em sua mentira global, sedutora, que os doutores e homens de respeito sem saber defendem com unhas a dentes, como se estivessem defendendo a Verdade. Se os irmãos pastores, por favor, puderem fazê-lo, descobrirão através de estudos que John F. Kennedy também é parte do Anticristo, se não o próprio em pessoa. Lembrem-se, 666 é também número de homem. O Presidente da NASA em 69 era um militar do alto escalão NAZISTA…

    Amigos que puderem se engajar nessa luta pela Verdade comigo, ou que ao menos sentirem em seus corações que venho realmente em Nome de Deus, da Verdade, do Amor, que são Um e o mesmo, ficarei feliz em poder manter contato.

    Já me ameaçam, já me perseguem, mas sob a Espada do Espírito que é o Verbo-Verdade em que estou, podem até destruir este corpo, mas minha alma é forte em Cristo Jesus que me enviou.

    Com Amor,

    Samuel

  15. Samuel Pelegrini disse:

    E se alguém realmente interessado na Verdade tiver paciência para ler com atenção esta entrevista, vale a pena:

    http://www.rizoma.net/interna.php?id=200&secao=conspirologia

    Se alguém ainda duvida que a suposta ida à Lua é uma grande fraude, pesquise a história da conquista espacial, a suposta sonda que a Rússia teria enviado a Vênus em 1955, e dêem boas risadas – ou chorem, porque a fraude toda é fato.

  16. Richard.s.a. disse:

    Bom,são várias as indagações e afirmações,teológicas e científicas.Quero deixar apenas um comentário sobre a questão do capítulo 1 de genesis versos 1,2.Para quem conhece a Palavra Viva (JESUS)sabe que todas as coisas foram feitas por Ele,e sem Ele nada do que foi feito se fez,de forma que as coisas visíveis foram feitas das que são invisíveis,Colossenses 1:16;Hebreus 11:3.Assim entendo que vazio,sem forma se refere a átomos fora de ordem atômica,pois atomos desordenados são sem forma vazios,não tem como senti-los ex;h2o nesta ordem atômica temos água,retire um a´tomo e não teremos esta deliciosa combinação.Em genesis 1:1,2 trata de um assunto minucioso pois vêmos ali água,trevas,abismo;e a terra referindo a estrutura física ou átomos que Deus usaria para materializar a criação de todas as dimensões estrelas,em suma o universo de corpos celestes e terrestres mesmo no cosmo,lembrando tambem do aspécto Espiritual tratado aqui,água,trevas,abismo

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